A brasileira Adriana Barbosa, morta após ser atacada com faca pelo ex-marido, Marcos Marques-Leal, nos Estados Unidos, integrava a comunidade da Brazil Gospel Church, localizada nas proximidades de Farmington, cidade onde residia.
De acordo com o pastor Rômulo Souza, Adriana frequentava a igreja regularmente e colaborava em atividades internas, como apoio na cozinha e coordenação de um círculo de oração. O líder religioso informou ainda que celebrou o casamento dela anos antes.
Conteúdo relacionado:
- Mãe e filha são presas suspeitas vender drogas em praia de Bragança
- Corpo de terceira vítima de naufrágio no Amazonas é enterrado em Manaus
- Motorista dirigia há mais de 12 horas antes de acidente com 5 mortos no DF
Adriana vivia nos Estados Unidos havia cerca de duas décadas. No país, teve duas filhas. Segundo o pastor, ela havia obtido recentemente o green card e planejava visitar o Brasil após um longo período sem retornar, em razão de pendências migratórias.
Ainda conforme relato do pastor, Adriana enfrentava conflitos no processo de separação e buscou assistência jurídica. Ela conseguiu uma medida protetiva que impedia a aproximação do ex-marido.
As filhas solicitaram que o sepultamento ocorra na cidade onde a mãe morava. A igreja iniciou uma campanha de arrecadação para custear as despesas funerárias e prestar apoio financeiro às jovens. Até o momento, foram reunidos cerca de US$ 22 mil, valor que, segundo a organização, será destinado diretamente às filhas.
Quer mais notícias do Pará? Acesse o nosso canal no WhatsApp
A defesa de Marcos Marques-Leal não foi localizada pela reportagem. Informações divulgadas pela polícia indicam que, após o ataque, ele teria tentado tirar a própria vida e foi socorrido em estado grave. Não há atualização oficial sobre o estado de saúde dele.
O caso segue sob investigação das autoridades locais.
Com informações de Isabella Menon/Folhapress
Seja sempre o primeiro a ficar bem informado, entre no nosso canal de notícias no WhatsApp e Telegram. Para mais informações sobre os canais do WhatsApp e seguir outros canais do DOL. Acesse: dol.com.br/n/828815.
Comentar