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Nada de arroz: saiba o que fazer se o celular cair na água

É melhor evitar os grãos, assim como secador e cotonetes, uma vez que essas ações podem destruir seu smartphone

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Imagem ilustrativa da notícia Nada de arroz: saiba o que fazer se o celular cair na água camera Arroz de celular? A dica não é recomendada assim | (Reprodução/Shutterstock)

Se o seu celular caiu na água ou se molhou por acidente, não entre em pânico. É possível tentar salvar o aparelho. Especialistas das principais fabricantes recomendam não usar arroz nem fontes de calor.

O primeiro passo é desligar o smartphone imediatamente, pois a umidade pode corroer a placa-mãe e causar danos irreversíveis. Em seguida, pode ser necessário remover impurezas, sal da água do mar, cloro da piscina ou resíduos de bebidas.

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Nesse caso, mergulhe o aparelho em água limpa por 1 a 3 minutos e depois seque a parte externa com um pano seco.

Secagem correta e precauções

  1. Remova o excesso de líquido batendo levemente o aparelho, sempre com o conector USB apontado para baixo.
  2. Coloque o celular em um local seco com boa circulação de ar, como próximo a um ventilador.
  3. Se surgir um alerta de umidade na tela, continue mantendo o dispositivo em local seco por 24 a 48 horas, dependendo do modelo.
  4. Para recarregar urgentemente, use carregador sem fio, se o telefone for compatível, e seque a traseira antes do uso.

Se mesmo assim o aparelho apresentar problemas, procure a assistência técnica autorizada.

O que você jamais deve fazer

  1. Colocar o celular em arroz — grãos pequenos podem danificar o dispositivo.
  2. Usar cotonetes ou palitos para secar entradas, como alto-falantes ou conectores, pois deixam resíduos.
  3. Ligar o telefone enquanto ainda estiver molhado ou conectar cabos. Isso pode corroer pinos e danificar o aparelho.
  4. Aplicar fontes de calor externas, como secadores, ou ar comprimido, que podem soltar componentes internos.

Entenda a proteção do seu smartphone

Celulares antigos tinham partes móveis, como tampas ou baterias removíveis, e eram mais suscetíveis à água. Modelos modernos são selados, mas ainda possuem aberturas para alto-falantes, microfone, gaveta do SIM e conectores.

Os fabricantes utilizam a classificação IP, que indica resistência à água e poeira. Alguns exemplos:

  • IP67: imersão de até 1 metro por 30 minutos
  • IP68: imersão de até 1,5 metro por 30 minutos
  • IP69: proteção contra jatos de água em alta pressão

Dispositivos básicos podem ter IP53 ou IP54, protegendo apenas contra respingos e poeira, sem permitir mergulhos.

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10 smartphones com IP68/IP69

Os aparelhos mais caros garantem proteção contra água e poeira, mas ainda assim não devem ser usados fora dos parâmetros recomendados, sob risco de perda da garantia. Confira os preços consultados em janeiro, que variam de R$ 2.400 a R$ 10.500.

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