Um terapeuta manual foi preso em flagrante pela Polícia Civil no município de Bragança, no nordeste do Pará, sob suspeita do crime de estupro. A prisão ocorreu após uma cliente procurar as autoridades e relatar ter sido vítima de abuso durante uma sessão de massagem.
De acordo com as primeiras informações, a mulher havia contratado o profissional para a realização de um atendimento terapêutico. Segundo o relato apresentado às autoridades, foi durante esse procedimento que teriam ocorrido os fatos denunciados.
Conteúdos relacionados:
- Pai é preso suspeito que quebrar fêmur do filho de 2 anos no Pará
- Líder religioso é preso suspeito de abuso sexual de mãe e filha
- Mototaxistas investigados por estupros são alvos de operação na RMB
A vítima afirmou que, no decorrer da sessão, percebeu atitudes suspeitas por parte do terapeuta. Ainda conforme o depoimento, o homem teria tocado as partes íntimas dela sem consentimento, o que motivou a interrupção do atendimento e a busca imediata por ajuda.
Após a denúncia formalizada na delegacia, equipes da Polícia Civil iniciaram diligências para apurar o caso. O suspeito foi localizado e preso em flagrante pelos agentes responsáveis pela investigação.
O homem foi encaminhado à delegacia do município, onde permanece à disposição da Justiça. Ainda segundo informações preliminares, ele deverá responder pelo crime de estupro.
Quer mais notícias direto no celular? Acesse nosso canal no WhatsApp!
A Polícia Civil reforça a importância de que possíveis vítimas de crimes dessa natureza procurem as autoridades para registrar ocorrência. As denúncias podem ser feitas de forma anônima por meio do número 180 (Central de Atendimento à Mulher), que recebem as informações e as encaminham aos órgãos competentes. Também é possível buscar atendimento diretamente em uma delegacia, onde a vítima poderá receber orientação e dar início aos procedimentos legais cabíveis.
Seja sempre o primeiro a ficar bem informado, entre no nosso canal de notícias no WhatsApp e Telegram. Para mais informações sobre os canais do WhatsApp e seguir outros canais do DOL. Acesse: dol.com.br/n/828815.
Comentar