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Peixes mortos assustam banhistas em Salinópolis

Fenômeno visto na Praia do Atalaia pode ser ligado ao período do inverno amazônico.

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Imagem ilustrativa da notícia Peixes mortos assustam banhistas em Salinópolis camera Situações semelhantes já foram registradas em anos anteriores na mesma região, sobretudo durante o inverno amazônico. | Reprodução / Redes Sociais

Uma cena incomum tomou conta da Praia do Atalaia, em Salinópolis, no nordeste do Pará, neste sábado (9). Centenas de peixes mortos espalhados pela areia deixaram banhistas e visitantes em estado de alerta.

Vale lembrar que o município é um dos principais destinos turísticos da Região do Salgado. Por isso, a cena causou apreensão imediata entre os frequentadores do local, que temeram alguma contaminação ou problema ambiental grave.

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Segundo pescadores e moradores da região, o episódio tem explicação natural. O fenômeno está relacionado ao período de chuvas intensas que atinge municípios paraenses no primeiro semestre de 2026.

Além disso, a mistura da água doce dos rios amazônicos com a água salgada do mar provoca alterações na salinidade do litoral, o que afeta diretamente o comportamento de algumas espécies de peixes.

A maioria dos animais encontrados na praia são sardinhas. Contudo, a presença dessas espécies na costa não é vista com preocupação pelos pescadores locais.

Tradição popular e boas perspectivas para a pesca

Pela tradição da Região do Salgado, grandes cardumes de sardinha na costa indicam fartura. Logo, os pescadores de Salinópolis encaram o episódio com otimismo.

Para eles, o fenômeno aponta para um bom período de pesca nos próximos meses. Além disso, situações semelhantes já foram registradas em anos anteriores na mesma região, sobretudo durante o inverno amazônico.

Portanto, pescadores mais experientes reconhecem o padrão e não demonstram preocupação. Além disso, moradores do município orientam que a situação não representa risco à saúde dos banhistas.

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Sobre o caso, a equipe da Secretaria de Meio Ambiente, Clima e Sustentabilidade informou ao DOL que não foi notificada sobre o caso, mas disponibiliza um canal para denúncias.

A população pode denunciar situações do tipo pelo app "Semas Pará" ou pelos canais ouvidoria@semas.pa.gov.br e telefone (91) 32849143.

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