Um forte terremoto que atingiu a Venezuela já deixou ao menos 1.430 mortos, além de milhares de feridos e desaparecidos. As equipes de resgate continuam trabalhando sem interrupção na busca por sobreviventes sob os escombros de prédios que desabaram, principalmente na região de Caracas e em outras áreas fortemente atingidas pelo desastre.
A destruição causada pelos abalos sísmicos provocou o colapso de parte da infraestrutura local e aumentou a pressão sobre os serviços de emergência, que enfrentam dificuldades para atender à elevada demanda.
Um dos reflexos mais dramáticos da tragédia é a situação do Instituto Médico Legal (IML) de Caracas. Com a grande quantidade de vítimas retiradas dos escombros, a capacidade das unidades foi ultrapassada, e corpos estão sendo deixados temporariamente nas ruas à espera de identificação e remoção.
Imagens e informações divulgadas pelo jornalista Yan Boechat mostram um cenário de extrema gravidade. Segundo ele, os corpos permanecem expostos ao ar livre, sob temperaturas entre 30°C e 32°C, agravando ainda mais a situação.
Veja o vídeo:
https://www.instagram.com/reel/DaHDEpVt0MM/?utm_source=ig_web_copy_link&igsh=NTc4MTIwNjQ2YQ==
Entre as vítimas estão homens, mulheres e crianças. Há relatos de que alguns corpos já apresentam sinais de decomposição devido ao tempo de exposição e à falta de estrutura para o atendimento.
Quer saber mais notícias sobre o mundo? Acesse nosso canal no WhatsApp
A crise mostra a dimensão da tragédia enfrentada pela Venezuela e os desafios das autoridades para lidar com o elevado número de mortos, enquanto as buscas por sobreviventes continuam e o número de vítimas pode aumentar nas próximas horas.
Seja sempre o primeiro a ficar bem informado, entre no nosso canal de notícias no WhatsApp e Telegram. Para mais informações sobre os canais do WhatsApp e seguir outros canais do DOL. Acesse: dol.com.br/n/828815.
Comentar