A Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) aprovou na terça-feira (15) o reajuste anual das tarifas da Equatorial Pará. A decisão ocorreu mesmo com um recurso apresentado pelo Governo do Estado contra o aumento.
No total, o efeito médio para o consumidor chega a 6,94%. Portanto, mais de 3,12 milhões de unidades consumidoras em 144 municípios paraenses vão pagar contas de luz mais caras.
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Os índices aprovados são:
- Residencial (B1): 6,70%;
- Baixa tensão em média: 6,66%;
- Alta tensão em média: 8,09%.
De acordo com a decisão, os novos valores entrarão em vigor e serão cobrados pela concessionária a partir da publicação da decisão no Diário Oficial da União, prevista para os próximos dias.
Assim, consumidores residenciais, rurais, industriais e comerciais já devem se preparar para o impacto nas próximas faturas.
Segundo a ANEEL, os principais fatores que impulsionaram o reajuste foram os custos de aquisição de energia, os encargos setoriais e os componentes financeiros.
Dessa forma, a alta reflete pressões estruturais do setor elétrico nacional. O reajuste de alta tensão, que chegou a 8,09%, afeta as classes de maior consumo.
De fato, esse índice incide sobre consumidores das categorias A1 (acima de 230 kV), A2 (de 88 a 138 kV), A3 (69 kV) e A4 (de 2,3 a 25 kV). Por outro lado, a baixa tensão abrange um leque amplo de consumidores.
As categorias contempladas nesse grupo são:
- B1 – Residencial e baixa renda;
- B2 – Rural e cooperativas de eletrificação;
- B3 – Industrial, comercial e poder público;
- B4 – Iluminação pública.
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A Equatorial Pará tem sede em Belém e é a principal distribuidora de energia do estado. Por isso, o reajuste impacta diretamente a maior parte da população paraense, sobretudo nas regiões mais afastadas dos grandes centros urbanos.
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