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Veja 5 investimentos para seu dinheiro que rendem mais que a poupança

Algumas aplicações podem render mais dinheiro na conta ao longo do mês e dos anos.

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Imagem ilustrativa da notícia Veja 5 investimentos para seu dinheiro que rendem mais que a poupança camera Atualmente, aplicações de renda fixa têm se destacado como opções mais rentáveis que a poupança. | (Freepik)

A caderneta de poupança segue como o investimento preferido dos brasileiros, mesmo diante da baixa rentabilidade e do impacto da inflação sobre os ganhos. Considerada uma aplicação segura, simples e acessível, ela ainda lidera o portfólio do investidor de varejo no país, mas especialistas alertam que já existem alternativas mais vantajosas e igualmente conservadoras no mercado financeiro.

Levantamento da Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (Anbima) aponta que a poupança representava 36,9% do volume financeiro do varejo no mercado ao fim do primeiro semestre. Em junho, a modalidade ocupava a primeira posição entre os investimentos mais utilizados pelos brasileiros.

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Apesar da popularidade, o rendimento da caderneta tem perdido força. Desde 2012, a regra da poupança determina que, quando a taxa Selic estiver abaixo de 8,5% ao ano, o rendimento será equivalente a 70% da taxa básica de juros somada à Taxa Referencial (TR). Com a Selic em 6,25% ao ano e a TR zerada, a poupança rende atualmente cerca de 4,38% ao ano, ou aproximadamente 0,36% ao mês.

Segundo especialistas, o problema é que a inflação pode corroer esse rendimento e fazer com que o ganho real do investidor fique negativo.

“Hoje, a poupança está com rentabilidade negativa muito por causa da inflação. E a pessoa que tem dinheiro na caderneta não costuma contar com isso”, explica Daniela Schulz, especialista em investimentos e head de mercado de capitais da Eu Me Banco.

A especialista destaca ainda que, embora seja considerada segura e isenta de Imposto de Renda, a poupança possui a chamada “data de aniversário”. Isso significa que, se o dinheiro for retirado antes do período de 30 dias, o investidor perde a rentabilidade daquele mês.

Alternativas mais rentáveis

Com o cenário atual, aplicações de renda fixa têm se destacado como opções mais rentáveis que a poupança, mantendo baixo risco e maior previsibilidade de retorno.

De acordo com Daniela Schulz, a escolha do melhor investimento depende do perfil, dos objetivos e do prazo que o investidor pretende deixar o dinheiro aplicado.

“Hoje, encontrar investimentos mais rentáveis que a poupança está fácil. Vai do perfil e do objetivo de cada investidor”, afirma.

Entre as alternativas mais procuradas estão os fundos de renda fixa, os Certificados de Depósito Bancário (CDBs), as Letras de Crédito Imobiliário e do Agronegócio (LCIs e LCAs), as Letras de Câmbio (LCs) e os títulos do Tesouro Direto.

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As LCIs e LCAs, por exemplo, são títulos emitidos por bancos e possuem isenção de Imposto de Renda para pessoas físicas, além de contarem com cobertura do Fundo Garantidor de Créditos (FGC) em até R$ 250 mil por instituição financeira e CPF.

Já os CDBs costumam oferecer rentabilidade atrelada ao CDI, taxa que acompanha de perto a Selic. Em muitos casos, o rendimento supera com facilidade os ganhos da poupança, mesmo após a cobrança de imposto.

O Tesouro Direto também aparece como alternativa para investidores conservadores. A aplicação funciona como um empréstimo ao governo federal em troca do pagamento de juros. Alguns títulos ainda oferecem proteção contra a inflação, garantindo que o dinheiro mantenha poder de compra ao longo do tempo.

Investir com pouco dinheiro

Outro fator que impulsiona novos investidores é a possibilidade de começar a aplicar com valores baixos. Atualmente, já é possível investir no Tesouro Direto com cerca de R$ 35.

Para Daniela Schulz, o mercado financeiro se tornou mais acessível e o principal passo é começar.

“O importante é investir com cautela, entender o próprio perfil e avançar aos poucos. Não é necessário ter muito dinheiro para começar”, ressalta.

Perfis de investidor

Antes de escolher uma aplicação, especialistas recomendam que o investidor entenda seu perfil de risco.

Segundo a Anbima, os perfis se dividem em três categorias:

  • Conservador: prioriza segurança e liquidez, evitando oscilações e riscos maiores;
  • Moderado: busca equilíbrio entre segurança e rentabilidade, diversificando aplicações;
  • Arrojado: aceita oscilações e riscos maiores em busca de retornos mais elevados no longo prazo.

De acordo com Schulz, quem mantém recursos apenas na poupança costuma ter perfil conservador. A recomendação, nesses casos, é migrar gradualmente para outros investimentos de renda fixa antes de partir para modalidades mais arriscadas, como fundos multimercado ou ações.

“É importante começar devagar, ganhar confiança e estudar o mercado antes de aumentar o nível de risco. O investidor precisa evitar decisões baseadas apenas em dicas de amigos ou promessas de ganhos rápidos”, orienta a especialista.

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