Durante o Carnaval, quando milhares de foliões se preparam para ocupar ruas e blocos, a atenção das autoridades de saúde também se intensifica. Em Porto Alegre, a prefeitura confirmou um novo caso de Mpox e reforçou orientações para prevenir a transmissão da doença durante o período festivo.
De acordo com a Secretaria Municipal de Saúde de Porto Alegre, a infecção foi contraída fora do Rio Grande do Sul. Somente em 2025, a capital gaúcha já contabiliza 11 registros da doença, que é transmitida principalmente por contato direto com lesões na pele, além de secreções respiratórias e saliva.
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Diante da nova confirmação, a Vigilância Epidemiológica do município divulgou recomendações específicas para quem pretende participar das comemorações. A enfermeira Raquel Carboneiro, gerente em exercício do órgão, orienta que foliões observem atentamente a própria pele antes de sair de casa. “É importante verificar a presença de erupções, bolhas ou feridas, especialmente na região genital, boca, mãos e pés”, destacou.
Segundo a pasta de saúde, os sintomas iniciais da Mpox incluem febre, dor de cabeça, dores musculares, fraqueza e inchaço dos gânglios linfáticos. Posteriormente, surgem as lesões cutâneas características. Pessoas com esses sinais devem procurar atendimento médico e adotar isolamento domiciliar.
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A secretaria também recomenda que indivíduos sintomáticos evitem frequentar blocos ou manter contato íntimo. O período de incubação do vírus varia de três a 21 dias, com média entre 10 e 16 dias.
Entre as medidas preventivas reforçadas para o Carnaval estão a higienização frequente das mãos, evitar o compartilhamento de objetos pessoais e o uso de máscara em situações de risco. A orientação é que a folia seja acompanhada de responsabilidade, garantindo a proteção individual e coletiva.
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