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RIO GRANDE DO SUL

PM é preso por suspeita no desaparecimento de três pessoas da mesma família

Ex-companheiro de mulher desaparecida há 15 dias é investigado por possível homicídio em Cachoeirinha, no Rio Grande do Sul.

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Imagem ilustrativa da notícia PM é preso por suspeita no desaparecimento de três pessoas da mesma família camera Após a prisão temporária, Cristiano optou por permanecer em silêncio. Ele e Silvana são pais de um menino de 9 anos. | Reprodução/RBS

A Polícia Civil do Rio Grande do Sul divulgou, nesta terça-feira (10), áudios atribuídos ao policial militar Cristiano Domingues Francisco, preso temporariamente por suspeita de envolvimento no desaparecimento de Silvana Germann de Aguiar, de 48 anos, e dos pais dela, Isail Vieira de Aguiar, de 69, e Dalmira Germann de Aguiar, de 70. O caso é investigado em Cachoeirinha, na Região Metropolitana de Porto Alegre.

As três pessoas não são vistas desde o fim de janeiro. Em um dos áudios divulgados pela polícia, enviado a uma conhecida durante a semana do desaparecimento, Cristiano questiona o andamento das investigações e comenta a atuação dos órgãos de segurança.

Em outra gravação, ele afirma que entrou mais de uma vez em imóveis ligados à família Aguiar e relata que frequentava diariamente a casa de Silvana para cuidar de animais domésticos. A Polícia Civil também informou que o suspeito enviou, no dia 1º de fevereiro, uma foto feita no interior da residência dos pais de Silvana, na qual aparece um veículo pertencente ao casal.

Após a prisão temporária, Cristiano optou por permanecer em silêncio. Ele e Silvana são pais de um menino de 9 anos. A criança morava com a mãe e passava os fins de semana com o pai. Com o desaparecimento, o próprio suspeito procurou o Conselho Tutelar, que recomendou que o menor permanecesse com ele durante as apurações. Após a prisão, a guarda provisória passou para uma parente paterna.

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Segundo a Polícia Civil, foi Cristiano quem registrou o primeiro boletim de ocorrência sobre o desaparecimento de Silvana. A principal linha de investigação é a de homicídio.

De acordo com o delegado Ernesto Prestes, titular da 2ª Delegacia de Polícia de Cachoeirinha, detalhes sobre os indícios que motivaram a prisão não podem ser divulgados para não comprometer o andamento das investigações. O delegado Anderson Spier, responsável pelo inquérito, afirmou que a prisão temporária é uma medida necessária neste momento do trabalho policial.

A prisão tem prazo máximo de 30 dias. Em nota, a Brigada Militar informou que o policial será afastado das funções enquanto durar a investigação, que também é acompanhada pela Corregedoria-Geral da corporação.

Na segunda-feira (9), o caso foi discutido em reunião com representantes da Polícia Civil, delegados e a subchefe da instituição no estado, Patrícia Tolotti. Na ocasião, foi confirmado que um cartucho encontrado na residência dos pais de Silvana era de festim.

Um telefone celular localizado nas proximidades da casa dos idosos foi apreendido e encaminhado para perícia. A Polícia Civil não divulga informações sobre os laudos já concluídos.

Entenda o caso

Silvana Aguiar foi vista pela última vez no dia 24 de janeiro. No mesmo dia, uma publicação em uma rede social indicava que ela teria sofrido um acidente de trânsito em Gramado, informação posteriormente descartada pela polícia. Segundo a investigação, a postagem teve como objetivo despistar o desaparecimento.

Após verem a publicação, os pais de Silvana saíram de casa no dia seguinte para procurá-la. Eles chegaram a ir até uma delegacia para registrar ocorrência, mas a unidade estava fechada. Desde então, também não foram mais localizados.

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A polícia descartou a hipótese de sequestro, já que não houve pedido de resgate. O carro de Silvana foi encontrado na garagem da residência dela, com a chave dentro do imóvel.

Imagens de câmeras de segurança mostram movimentação considerada relevante na noite do desaparecimento. Um veículo entrou na residência de Silvana às 20h34 e saiu minutos depois. Mais tarde, o carro da mulher foi registrado entrando na garagem. Outro automóvel também aparece nas imagens horas depois, permanecendo por cerca de 12 minutos no local. A polícia investiga quem conduzia os veículos.

Silvana morava na mesma região que os pais e trabalhava como vendedora de cosméticos. Os pais atuavam em um pequeno comércio anexo à residência da família.

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