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"VI UM SER QUE NÃO ERA HUMANO"

Em coletiva nos EUA, médico revela ter tido contato com o ET de Varginha

Depoimento inédito do neurologista Dr. Ítalo Denelle Venurelli, no aniversário de 30 anos do Caso ET de Varginha, reacende debate sobre vida extraterrestre.

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Imagem ilustrativa da notícia Em coletiva nos EUA, médico revela ter tido contato com o ET de Varginha camera Dr. Ítalo Venturelli durante a coletiva internacional nos EUA, onde relatou um contato imediato do quarto grau com uma inteligência não humana, três décadas após o Caso ET de Varginha. | Reprodução/YouTube

Há histórias que atravessam décadas sem perder a capacidade de provocar espanto, dúvida e fascínio coletivo. Algumas resistem ao tempo não apenas pelo mistério que carregam, mas porque continuam retornando em novas camadas, novos relatos e novas vozes, como se o passado insistisse em dialogar com o presente. O Caso ET de Varginha, um dos episódios mais emblemáticos da ufologia mundial, é um desses acontecimentos que se recusam a ficar restritos à memória dos anos 1990.

Na última terça-feira, 20 de janeiro, data que marca os 30 anos do episódio, um depoimento inédito veio a público durante uma coletiva de imprensa realizada no National Press Club, em Washington, nos Estados Unidos. O relato foi apresentado pelo neurologista varginhense Dr. Ítalo Denelle Venturelli, em evento conduzido pelo jornalista e documentarista James Fox, conhecido internacionalmente por produções sobre fenômenos ufológicos e pelo documentário "Momento do Contato", dedicado ao Caso ET de Varginha.

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CONTATO IMEDIATO DO QUARTO GRAU

O relato chamou atenção pelo tom pessoal, pela riqueza de detalhes e, sobretudo, por revelar o que especialistas classificam como um contato imediato do quarto grau - caracterizado pelo encontro direto entre um ser humano e um ser extraterrestre ou, como pesquisadores preferem definir atualmente como uma "inteligência não humana". O médico afirmou ter mantido silêncio por quase três décadas antes de decidir tornar pública a experiência, compartilhada até então apenas com alguns colegas da área da saúde. Segundo ele, a decisão de falar agora foi motivada tanto pelo avanço das discussões sobre o tema quanto por um episódio pessoal marcante: um ataque cardíaco quase fatal sofrido em 2024.

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De acordo com Venturelli, o episódio ocorreu na tarde do dia 20 de janeiro de 1996, quando ele trabalhava no Hospital Regional de Varginha. Na ocasião, um colega o teria chamado para avaliar um "paciente" em uma sala de urgência. Inicialmente, a imagem lembrava uma criança com um quadro extremo de hidrocefalia, mas, ao se aproximar, o médico afirma ter percebido que não se tratava de um ser humano.

"UM NÍVEL DE INTELIGÊNCIA MUITO ELEVADO"

No relato, o neurologista descreve um ser de aparência infantil, com olhos e crânio em tonalidade lilás, pele branca, braços finos com três dedos e polegar opositor, ausência de mamilos e boca pequena. Segundo ele, a criatura estava consciente, respirava normalmente e demonstrava tranquilidade. O momento mais marcante, afirma, foi a troca de olhares, na qual teve a impressão de que o ser compreendia plenamente a situação e demonstrava gratidão pelos cuidados recebidos.

"A serenidade e a presença daquele ser me fizeram acreditar que estava diante de um nível de inteligência muito elevado", afirmou Venturelli durante a coletiva, acrescentando que se sentiu diante de algo que transcendia a compreensão humana. "Estou aqui sem nada a ganhar e com tudo a perder. Não estou vendendo nada. Ainda trabalho como neurocirurgião e falo porque acredito que as novas gerações merecem saber que existe muito mais além da nossa existência humana", declarou.

UM NOVO CAPÍTULO AO CASO ET DE VARGINHA

Três décadas depois, o Caso ET de Varginha segue como um dos episódios mais debatidos da ufologia mundial, reunindo pesquisadores, curiosos e documentaristas de diversos países. Ao longo dos anos, investigações oficiais, relatos de testemunhas e produções audiovisuais mantiveram o caso em evidência.

O depoimento do médico varginhense acrescenta um novo capítulo a essa história, especialmente por ter sido apresentado em uma coletiva internacional e exatamente na data simbólica que marca 30 anos do episódio. O tema, mais uma vez, retorna ao centro do debate público, alimentando perguntas que seguem sem respostas definitivas.

VEJA O VÍDEO:

LEIA O RELATO NA ÍNTEGRA:

Guardei um grande segredo por vinte e nove anos, compartilhando esse assunto apenas com alguns colegas médicos, embora outras pessoas também tivessem conhecimento do caso.

Em 2023, revelei à equipe de James Fox que havia assistido a um vídeo no qual aparecia uma criatura que não era humana. Após sofrer um ataque cardíaco quase fatal em 2024, criei coragem para compartilhar mais detalhes da minha experiência, mesmo com receios sobre o possível impacto na minha carreira.

Naquela tarde de 1996, eu trabalhava no Hospital Regional de Varginha quando um colega meu, chamado Marcos Vinícius, que carregava uma câmera muito grande, me chamou até uma sala de urgência para ver um paciente. Ao entrar na sala, ele me mostrou uma imagem em preto e branco que, à primeira vista, parecia uma criança deitada em uma cama, com um quadro de hidrocefalia extrema.

Perguntei o que era aquilo. Ele então apontou para uma cama onde um ser estava deitado. Aproximei-me e, no instante em que o vi, percebi imediatamente que não se tratava de um ser humano. Meu primeiro olhar foi estritamente médico. Ele respirava bem, sem dificuldade, não demonstrava sinais de dor, estava consciente, não apresentava sangramentos e aparentava estar em bom estado geral. O semblante era muito calmo e tranquilo.

Parecia uma criança de cerca de sete anos. O corpo estava coberto por um lençol até a altura da cintura. Os olhos eram lilás, assim como o crânio. A pele era branca, os braços muito finos, com três dedos e polegar opositor. Não havia mamilos, e a boca era pequena.

Ele olhou para mim, depois para o céu através de uma janela, e voltou a olhar para mim. Naquela segunda troca de olhares, tive a impressão clara de que ele tinha plena consciência do que estava acontecendo ao seu redor e da nossa intenção de ajudá-lo. Senti que ele estava agradecido pelos cuidados e que desejava ir embora.

A serenidade e a presença imponente daquele ser me levaram a acreditar que eu estava diante de um nível de inteligência muito elevado. Parecia um anjo, com compreensão e compaixão em seu olhar, ciente de que estávamos fazendo o melhor que podíamos por ele, apesar das nossas limitações.

Estou aqui perante vocês sem nada a ganhar e com tudo a perder. Não estou vendendo nada, nem pedindo dinheiro. Ainda trabalho como neurocirurgião e estou aqui porque acredito que, principalmente para as novas gerações, elas merecem saber que existe muito mais além da nossa existência humana. E eu sou uma testemunha. Obrigado!

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