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FORÇAS ARMADAS

Exército se junta à China e Rússia para possível guerra contra EUA

Análise da aliança militar entre China, Rússia e Irã contra os EUA, destacando tensões geopolíticas e a importância do Irã no cenário global.

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Imagem ilustrativa da notícia Exército se junta à China e Rússia para possível guerra contra EUA camera Exército de 960 mil soldados se alia a China e Rússia global | Foto: Paulo Pinto/Agência Brasil

Em meio ao agravamento das tensões geopolíticas, novas alianças militares vêm redesenhando o equilíbrio de forças no cenário internacional. Além da já conhecida aproximação entre China e Rússia, um exército com cerca de 960 mil soldados passa a ser visto como peça-chave em uma possível frente contrária aos Estados Unidos, ampliando as preocupações sobre um eventual conflito de grandes proporções.

Diante do atual cenário internacional, cresce a percepção de que, em uma hipotética Terceira Guerra Mundial, os Estados Unidos poderiam enfrentar uma coalizão formada por China e Rússia. A esse eixo considerado “anti-EUA”, soma-se o Irã, país que vem se aproximando estrategicamente dessas potências há alguns anos, não apenas no campo militar, mas também nas áreas econômica e diplomática.

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O Irã ocupa uma posição estratégica na geopolítica global por diversos motivos. Localizado em uma das rotas comerciais mais importantes do planeta, o Estreito de Ormuz, no Golfo Pérsico, o país também detém vastas reservas de petróleo e gás natural, além de manter um controverso programa nuclear. No aspecto militar, figura entre as maiores forças do mundo, com cerca de 610 mil soldados na ativa e outros 350 mil na reserva, totalizando aproximadamente 960 mil militares, além de centenas de milhares de combatentes paramilitares.

As relações entre Teerã e Washington seguem marcadas por forte hostilidade. O então presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, fez reiteradas ameaças de intervenção militar e pressionou o Irã a encerrar completamente o enriquecimento de urânio, sob a acusação de que o país estaria desenvolvendo armas nucleares de forma clandestina.

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Paralelamente, o Irã enfrenta instabilidade interna. Nas últimas semanas, protestos se espalharam por diversas regiões, impulsionados pela crise econômica e pela insatisfação popular com o governo fundamentalista. As autoridades iranianas, por sua vez, atribuem a agitação a interferências externas, apontando Estados Unidos e Israel como responsáveis por fomentar o caos no país.

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