A virada do Paysandu sobre o Confiança por 2 a 1, na noite da última segunda, foi marcada pela emoção no elenco. Após o triunfo, o meia Marcinho, um dos destaques da partida, valorizou as duas semanas de preparação e a entrega do grupo para buscar o resultado nos minutos finais.
"A sensação é de muita emoção. Foram duas semanas trabalhando firme, duas semanas de muita dedicação, e a gente não poderia chegar aqui e ter um resultado diferente a não ser a vitória. Foram duas semanas de muita entrega, muita luta e muita cobrança", destacou
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Marcinho também citou o desgaste físico durante a partida e afirmou que a vontade de ajudar o Papão falou mais alto na reta final. O jogador revelou que sentiu a panturrilha nos minutos decisivos, mas permaneceu em campo.
"Quando chegaram os 20 minutos finais, eu já não estava aguentando mais. A panturrilha começou a puxar, mas foi na dedicação, na entrega, porque vale a pena", revelou.

O meia ainda dedicou a vitória à torcida bicolor e ressaltou o ambiente de trabalho no clube. Para ele, a união entre jogadores, comissão técnica e torcedores tem sido fundamental neste momento da Série C.
"Nosso dia a dia está sendo fundamental, está sendo muito bom. O carinho, o respeito de todos, a entrega com o trabalho. Desde a chegada, sempre houve muito respeito, muita dedicação e entrega pelo melhor Paysandu", ressaltou.
Sobre a partida, Marcinho explicou que o elenco foi para o intervalo acreditando na reação. Mesmo tendo volume de jogo, o Paysandu sofreu o gol do Confiança no fim do primeiro tempo e precisou buscar a virada depois do intervalo.
"A gente voltou para o vestiário sabendo que poderia empatar e virar o jogo, porque estávamos tendo volume de jogo, mas não estávamos conseguindo fazer os gols. A equipe adversária, em uma bola, consegue fazer o gol, e isso acaba quebrando um pouquinho o ritmo. Mas a gente não desiste nunca", comentou.
A reação veio com Ítalo e Pedro Carrerette, que marcaram aos 43 e 47 minutos do segundo tempo. Marcinho ressaltou a força do clube para reagir mesmo sob pressão e projetou as últimas rodadas como decisões.
"Nós estamos no Paysandu. Sabemos da cobrança, sabemos que esse clube é gigante. Então voltamos para o segundo tempo mais ligados, aproveitamos as chances que tivemos e, graças a Deus, conseguimos virar o jogo, que foi muito difícil", exclamou.
Com três partidas restantes na primeira fase, o meia sabe que o objetivo ainda exige concentração. O Paysandu está no G-8 e depende de uma reta final consistente para confirmar a classificação ao quadrangular e manter vivo o sonho do acesso.
"Temos mais três finais pela frente. Esperamos fazer o nosso melhor, dar alegria a esse torcedor e, quem sabe, conseguir esse sonho, que é voltar para a Série B", finalizou.
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