O mundo parece ter prendido a respiração diante da hipótese de Donald Trump, mais uma vez, transformar o cenário geopolítico em palco de um gesto audacioso: uma ação militar para tomar o controle da Groenlândia. Não se trata apenas de uma ilha no mapa, mas de um ponto estratégico que acende alertas em Brasília, Bruxelas, Moscou e Pequim.
Do outro lado do Atlântico, a União Europeia já se movimenta como quem se prepara para uma resposta de defesa, tentando antever desdobramentos que poderiam mexer com a segurança continental. E, enquanto isso, China e Rússia observam atentamente, como se estivessem assistindo a uma partida em que cada lance pode redesenhar o equilíbrio de poder no Ártico.
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EXPLICAÇÃO DIDÁTICA
A conjuntura não é fictícia, mas poderia ser. Em uma das sequências da segunda temporada da série A Diplomata (Netflix), a vice-presidente norte-americana, Grace Penn (Allison Janney), usa um mapa-múndi para explicar, com didatismo, à embaixadora Kate Wyler (Keri Russell) por que a região onde a Groenlândia está localizada é essencial para defender os Estados Unidos caso um ataque seja ordenado por Moscou. A ilha não é citada diretamente, mas o subtexto é claro: ali está um ponto-chave da estratégia de Washington.
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A explicação, tão precisa quanto convincente, tem o poder de fazer o espectador entender a motivação de Trump, mesmo sem, necessariamente, endossar seus métodos. E é justamente essa ambiguidade que torna o tema ainda mais inquietante: se o interesse é estratégico, o caminho escolhido pode acender um novo tipo de conflito global, com o Ártico como campo de disputa.
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