Com uma mistura envolvente de pagode romântico, refrões que grudam na cabeça e letras sobre amor, saudade e recomeços, o Menos é Mais conquistou o público brasileiro e se tornou um dos grupos mais requisitados da nova geração do gênero. De rodas de samba intimistas a grandes festivais, o quarteto transformou músicas em verdadeiros hinos para os apaixonados e coleciona fãs fiéis por onde passa.
Em Belém, a relação parece ter ganhado um capítulo à parte. Terra onde a música é vivida com intensidade e o público canta do início ao fim sem perder o fôlego, a capital paraense se tornou uma das paradas mais especiais da banda. Não à toa, a expectativa para o reencontro já toma conta dos fãs.
Neste sábado (30), o grupo retorna à cidade com a turnê “Churrasquinho Menos é Mais”, no Mangueirão, prometendo mais de quatro horas de show, palco 360º, repertório recheado de sucessos e uma experiência pensada para aproximar ainda mais artistas e público.

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Em entrevista exclusiva à coluna de Brenda Hayashi no DOL, os integrantes abriram o coração sobre a conexão com Belém e prometeram uma noite para ficar na memória dos paraenses.
A expectativa do reencontro é alta e não só dos fãs. Os integrantes revelaram o carinho construído com Belém ao longo dos anos e garantiram que a cidade ocupa um lugar especial na trajetória do grupo.
“Belém é uma cidade que nós carregamos no coração. Cada vez que voltamos, parece que o público tá com ainda mais energia, mais saudade, mais vontade de viver cada momento”, afirma Duzão. “Existe uma conexão que foi se construindo show a show. Quando estamos no Pará, já sabemos que vai ser um show diferente”, completa.
E parece que existe um motivo claro para isso. Se em muitos lugares o público canta, em Belém ele participa. Canta alto, vibra, emociona e, muitas vezes, assume os refrões como se fossem histórias pessoais. Para Goes, essa intensidade do paraense é impossível de ignorar.
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“É surreal o quanto o povo de Belém é presente de verdade. Não é só cantar junto; é sentir e entregar junto. O pagode tem que ter troca e, em Belém, essa troca acontece do primeiro ao último segundo”, conta.
A relação entre o Menos é Mais e a capital paraense também vem carregada de lembranças. Duzão recorda o Churrasquinho realizado em 2023 como um daqueles shows difíceis de esquecer.

“O público já tava no nível máximo antes da primeira nota. Tiveram momentos naquela noite em que olhamos um pro outro no palco e não precisamos falar nada. A energia falava por si”, relembra.
Para quem já está separando o look e aquecendo a voz, a banda adianta que o repertório vem recheado de sucessos entre eles “P do Pecado” e “Coração Partido”, músicas que dominaram playlists e rodas de pagode em 2025. Mas, se depender do público paraense, há grandes chances de a plateia roubar a cena.
“Difícil escolher uma música só porque a galera de Belém conhece tudo, do começo ao fim. Mas as mais emocionais, de amor e saudade, eles levam pra outro nível. Tem hora que a gente para de cantar só pra ouvir o público”, diz Paulinho.
E nem só de música vive essa relação com o Pará. Entre uma passagem e outra pela cidade, a gastronomia local virou parada quase obrigatória para o grupo.
“Tacacá, açaí do jeito que só tem aí, maniçoba… A comida do Pará é outra coisa, não tem igual. Sempre voltamos querendo mais”, brinca Paulinho.
Para este sábado, a promessa é fazer o maior Churrasquinho já visto em Belém. Ramon garante que o público pode esperar um espetáculo ainda mais grandioso, sem perder a essência de proximidade que fez o projeto ganhar o Brasil.
“Vai ser o melhor show que a gente já fez em Belém. É o maior Churrasquinho da história. Vamos chegar com repertório novo, muita energia e sabendo que o público paraense sempre supera nossas expectativas. Vai ser uma noite pra guardar na memória”, promete.

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