O céu reserva um fenômeno impressionante para 2026: o eclipse solar anular, conhecido como “anel de fogo”. O evento acontece quando a Lua se posiciona entre a Terra e o Sol, criando um efeito visual raro e fascinante, que poderá ser acompanhado em algumas regiões do planeta ainda que, para os brasileiros, a observação direta não seja possível desta vez.
No eclipse solar anular, assim como no eclipse total, a Lua se alinha entre a Terra e o Sol, bloqueando total ou parcialmente a luz solar. A diferença é que, no caso do anular, o diâmetro aparente da Lua é menor que o do Sol, o que impede a cobertura completa do astro e resulta em um contorno luminoso no céu, popularmente chamado de “anel de fogo”.
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Esse fenômeno astronômico poderá ser observado em 17 de fevereiro de 2026 e chama atenção justamente pela sua aparência singular durante o alinhamento dos três corpos celestes. No momento máximo do eclipse, a sombra da Lua encobre apenas parte do Sol, deixando visível um círculo brilhante ao redor.
Apesar da expectativa, o eclipse anular de 2026 não será visível no Brasil. De acordo com o Observatório Nacional, ligado ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação, o fenômeno poderá ser visto apenas no extremo sul da América do Sul e na Antártica. No território brasileiro, a única forma de acompanhar o evento será por meio de transmissões oficiais.
A boa notícia é que a ausência do “anel de fogo” em 2026 será temporária. Um novo eclipse solar anular está previsto para 6 de fevereiro de 2027, quando a faixa de anularidade passará muito próxima ao Brasil. Em algumas regiões, como o Rio de Janeiro, será necessário se deslocar para o mar para registrar o fenômeno.
O Observatório Nacional tem histórico de grandes transmissões desse tipo de evento. No eclipse anular de outubro de 2023, a instituição coordenou uma ampla ação internacional que ultrapassou 2,2 milhões de visualizações, com imagens retransmitidas por plataformas como a NASA e o Time and Date.
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Para quem pretende observar eclipses solares, o alerta permanece: é indispensável o uso de óculos e filtros solares apropriados. Olhar diretamente para o Sol, mesmo durante um eclipse, pode causar danos graves à visão.
Onde o “anel de fogo” poderá ser visto em 2026?
O eclipse de 17 de fevereiro poderá ser observado em sua forma completa apenas na Antártica. Em outras regiões, o fenômeno aparecerá como um eclipse parcial, com o Sol tendo sua luminosidade apenas parcialmente encoberta pela Lua.
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