Acordar no meio da noite já costuma ser desconfortável. Agora, despertar sentindo um peso estranho sobre o corpo e descobrir que não se trata de um cobertor, nem de um animal de estimação, mas de uma cobra gigante, é uma sensação que só pode ser descrita como horrível e desesperadora.
Foi exatamente esse o susto vivido por Rachel Bloor na madrugada da última segunda-feira (12), na Austrália. Ela conta que, ainda sonolenta, estendeu a mão para acariciar o que imaginava ser um de seus cachorros, acostumados a dormir na cama do casal. Em vez do pelo familiar, tocou algo frio e firme. Segundos depois, veio o alerta do marido, em tom tenso: “Querida, não se mexa. Tem uma píton de uns 2,5 metros em você”.
Leia mais:
- Por onde anda Bruna, que viveu romance com Cowboy no BBB 7?
- Vidro de origem "extraterrestre" é descoberto no Brasil
O choque foi imediato. Rachel admite que não conseguiu conter alguns palavrões, mas, surpreendentemente, manteve o controle da situação. A primeira providência foi pedir ao marido que retirasse os dálmatas do quarto. “Se eles percebessem a cobra, seria uma carnificina”, contou à BBC.
A visitante inesperada era uma píton-carpete, espécie não venenosa bastante comum no país e que costuma se alimentar de pequenos animais, como aves. Com o risco de confronto eliminado, Rachel começou, com calma impressionante, a se desvencilhar do réptil que estava parcialmente enrolado em seu corpo.
Quer ler mais notícias do mundo? Acesse o canal do DOL no WhatsApp!
Aos poucos, ela conduziu a cobra até a janela do quarto, refazendo o caminho por onde o animal provavelmente havia entrado. A suspeita é que a píton tenha se espremido pelas persianas e subido na cama, posicionada logo abaixo da janela. “Ela era tão grande que, mesmo enrolada em mim, parte da cauda ainda ficava para fora”, relatou.
Enquanto Rachel agia com frieza, o marido permaneceu paralisado, observando a cena em completo espanto. A tranquilidade da australiana tem explicação: ela cresceu em uma área rural, cercada por cobras, e aprendeu desde cedo que manter a calma ajuda a evitar reações agressivas dos animais.
Mas nem tudo tem limite. Rachel admite que há uma exceção que a faria perder completamente o controle. “Se fosse um sapo-cururu, seria outra história. Eu não suporto, me dá ânsia de vômito. Se fosse um sapo, eu teria me apavorado.” Apesar do susto, o episódio terminou sem feridos.
Seja sempre o primeiro a ficar bem informado, entre no nosso canal de notícias no WhatsApp e Telegram. Para mais informações sobre os canais do WhatsApp e seguir outros canais do DOL. Acesse: dol.com.br/n/828815.
Comentar