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Leite faz bem ou faz mal? Descubra o que diz a ciência

Entre mitos e evidências, especialistas detalham como o alimento impacta desde a saúde óssea até o desempenho muscula

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Imagem ilustrativa da notícia Leite faz bem ou faz mal? Descubra o que diz a ciência camera Freepik

O hábito de consumir leite acompanha a humanidade há milênios, sendo por muito tempo o protagonista inquestionável das mesas de café da manhã como símbolo máximo de nutrição. No entanto, o avanço da informação e a rapidez das redes sociais trouxeram questionamentos que colocaram o produto em uma montanha-russa de opiniões, dividindo o público entre entusiastas e críticos severos. No meio desse vaivém nutricional, a ciência aponta que, para a maioria das pessoas, o leite continua sendo uma fonte importante de nutrientes, embora existam situações específicas em que ele deve ser evitado.

1. Ossos fortes começam no café da manhã

O leite permanece como uma das principais fontes de cálcio, contendo cerca de 123 mg do mineral em cada 100 ml da versão integral. Esse nutriente é fundamental para a formação e manutenção dos ossos, mas não atua sozinho, contando com o auxílio do fósforo, das proteínas e da vitamina D para a mineralização óssea. Estudos indicam que o consumo regular de laticínios está associado a um menor risco de osteoporose e fraturas, especialmente na população idosa.

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2. O coração não vê o leite como inimigo

A percepção de que a gordura do leite prejudicaria automaticamente o coração tem sido questionada por pesquisas recentes. Um estudo indicou que o consumo regular pode estar ligado à redução do risco de acidente vascular cerebral (AVC), em parte devido ao potássio presente no alimento, que ajuda a controlar a pressão arterial ao dilatar os vasos sanguíneos.

3. O leite também conversa com o cérebro

A vitamina D contida no leite participa da produção de serotonina, um neurotransmissor que regula o humor, o sono e o apetite. Quando combinada à exposição solar moderada, essa vitamina pode auxiliar na redução de sintomas de ansiedade e depressão.

4. Crescimento depende de cálcio - e proteína

Durante a infância e adolescência, o alimento é essencial para o desenvolvimento do esqueleto e para a formação de tecidos, músculos e hormônios. A deficiência prolongada desses nutrientes nessas fases pode impactar a estatura e a saúde óssea futura.

5. Seus músculos gostam de leite

Por fornecer todos os aminoácidos essenciais, o leite possui proteínas de alto valor biológico. Entre elas estão a caseína, de absorção lenta, e o soro do leite, de absorção rápida, que juntos auxiliam na recuperação muscular e no ganho de massa magra após exercícios.

6. Leite não é sinônimo de ganho de peso

Dentro de uma dieta equilibrada, o leite não está ligado ao aumento de peso e pode até ajudar no controle do apetite. O cálcio interfere na absorção de gorduras no intestino, enquanto as proteínas e gorduras aumentam a sensação de saciedade.

O que acontece quando o leite sai totalmente do cardápio?

Retirar o leite sem substituições adequadas pode causar carências nutricionais, afetando a saúde óssea e reduzindo a ingestão de vitamina B12 e proteínas. Embora não seja insubstituível, sua retirada demanda um planejamento alimentar rigoroso para evitar déficits.

Quando o leite realmente faz mal

O consumo deve ser evitado em casos de intolerância à lactose, onde há dificuldade em digerir o açúcar do leite, ou em casos de alergia à proteína do leite de vaca (APLV), que envolve uma reação do sistema imunológico. Enquanto intolerantes podem optar por versões sem lactose, quem possui APLV precisa excluir totalmente o produto da dieta.

Afinal: quanto leite consumir?

A necessidade diária de cálcio varia: adolescentes precisam de 1300 mg, adultos de 1000 mg e mulheres após a menopausa entre 1200 e 1300 mg. Um copo de leite desnatado oferece cerca de 322 mg de cálcio, enquanto o integral fornece em torno de 295 mg.

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