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CUIDANDO DA SAÚDE

Diminua a barriga: os alimentos que reduzem a gordura visceral

Ciência aponta que mudanças no cardápio podem reduzir riscos cardiometabólicos ao focar na gordura entre os órgãos

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Imagem ilustrativa da notícia Diminua a barriga: os alimentos que reduzem a gordura visceral camera Freepik

Muitas vezes, a preocupação com o peso foca apenas no que é visível no espelho, mas o verdadeiro perigo pode estar escondido onde os olhos não alcançam, envolvendo órgãos vitais e silenciosamente afetando a saúde do coração e do metabolismo. A gordura visceral, que se acumula ao redor do fígado, pâncreas e intestino, está diretamente ligada a um maior risco para o corpo, mas a ciência indica que a alimentação pode ser uma forte aliada na sua redução.

Entre os destaques recentes em estudos científicos está o abacate, que apresentou resultados positivos na redução dessa gordura, especialmente em mulheres, após o consumo diário por 12 semanas. Os cereais integrais, como arroz integral e aveia, também se mostram eficazes; quem consome três ou mais porções diárias tende a ter cerca de 10% menos gordura visceral em comparação a quem opta por grãos refinados. Leguminosas como feijão e lentilha, que unem fibras e proteína vegetal, e vegetais crucíferos, como brócolis e couve-flor, ricos em antioxidantes, completam a lista de itens que combatem a inflamação e auxiliam no controle do peso. Além disso, gorduras boas provenientes de nozes e sementes, e compostos presentes nos chás verde e preto, ajudam a estimular o metabolismo.

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Como esses alimentos agem no corpo

A eficácia desses alimentos reside na combinação de fibras e gorduras monoinsaturadas, que aumentam a sensação de saciedade e melhoram o controle da glicose no sangue. Esse mecanismo dificulta o estoque de gordura entre os órgãos. Paralelamente, os antioxidantes atuam reduzindo processos inflamatórios e neutralizando radicais livres, fatores que estão frequentemente associados ao estresse e ao acúmulo de gordura abdominal.

O que vale observar no dia a dia

Para obter resultados, pequenas alterações na rotina costumam ser mais funcionais do que dietas radicais. A substituição de alimentos refinados por naturais e a regularidade no cardápio são fundamentais. Para identificar o excesso de gordura, a medida da cintura pode servir de alerta: números acima de 101,5 cm para homens e 89 cm para mulheres podem indicar riscos, embora o diagnóstico final deva ser feito por exames como bioimpedância ou ressonância magnética. Por fim, a prática de atividades físicas, especialmente o treino de alta intensidade (HIIT), e a eliminação de produtos ultraprocessados potencializam a perda da gordura visceral.

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