Com o objetivo de criar uma base de dados mais integrada entre os estados do Brasil, a nova Carteira de Identidade Nacional (CIN) já está disponível para ser emitida pelos brasileiros. O documento substitui o antigo Registro Geral (RG) e busca reduzir fraudes, eliminar a duplicidade de informações e tornar mais seguro o acesso a serviços públicos e privados.
O processo de emissão do documento pode ser iniciado pelo celular. O cidadão pode fazer o agendamento pela internet e acompanhar a solicitação de forma digital, sem precisar enfrentar filas para marcar o atendimento. Contudo, apesar das facilidades digitais, o comparecimento ao posto de atendimento para apresentação dos documentos, coleta das impressões digitais, assinatura e realização da foto continua obrigatório.
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Como solicitar a nova identidade?
O primeiro passo é acessar o site ou aplicativo oficial do governo estadual e procurar pelo serviço da Carteira de Identidade Nacional. Em seguida, o cidadão deve escolher a data, o horário e o local do atendimento.
Após a coleta dos dados, é possível acompanhar o andamento da emissão pelos canais oficiais. Quando ficar pronta, a CIN também estará disponível na versão digital pelo aplicativo Gov.br.
Além disso, a primeira emissão da CIN em papel continua gratuita em todo o país. Já a segunda via pode ter cobrança em casos de perda, roubo, extravio ou danos, conforme as regras de cada estado.
O que muda com a CIN?
A principal mudança é a unificação da identificação pelo CPF, substituindo o modelo antigo em que cada estado podia emitir um número diferente de RG. Além disso, a nova carteira também conta com QR Code para verificar a autenticidade do documento e segue padrões internacionais, permitindo o uso em viagens para países do Mercosul, como Argentina, Paraguai, Uruguai e Bolívia.
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Apesar da mudança, quem ainda não emitiu a nova identidade poderá usar o antigo RG até fevereiro de 2032, desde que esteja em boas condições e permita identificar o titular. Mesmo assim, o governo recomenda a troca para documentos muito antigos, desgastados ou ilegíveis, evitando problemas em bancos, cartórios e órgãos públicos.
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