plus
plus

Edição do dia

Leia a edição completa grátis
Edição do Dia
Previsão do Tempo 28°
cotação atual R$


home
TRANSPARÊNCIA E IMPARCIALIDADE

Mais de 140 observadores internacionais acompanham eleição no Brasil

Representantes de sete organizações internacionais vão monitorar preparação, votação e apuração em diferentes regiões do país

twitter Google News
Imagem ilustrativa da notícia Mais de 140 observadores internacionais acompanham eleição no Brasil camera Informações coletadas no acompanhamento serão reunidas em um relatório técnico, com recomendações para aperfeiçoar procedimentos eleitorais e incentivar a troca de boas práticas entre os países. | Arquivo/Ag. Brasil

Com a proximidade do primeiro turno das eleições, delegações internacionais já começaram a chegar ao Brasil para acompanhar as diferentes etapas do processo eleitoral. Ao todo, mais de 140 observadores de sete organizações foram convidados para monitorar a preparação, a votação e a apuração deste domingo (04/10), além de avaliar a integridade do pleito, a eficiência operacional e o cumprimento das regras eleitorais.

Participam da missão representantes da Organização dos Estados Americanos (OEA), Parlamento do Mercosul (Parlasul), União Europeia, Liga dos Estados Árabes (LEA), Rede dos Órgãos Jurisdicionais e de Administração Eleitoral dos Países de Língua Portuguesa (Roaje-CPLP), União Interamericana de Organismos Eleitorais (Uniore) e Rede Mundial de Justiça Eleitoral (RMJE).

Conteúdos relacionados:

A maior delegação é a da OEA, formada por 91 observadores de 23 países. O grupo acompanhará as eleições em 20 estados e no Distrito Federal e é chefiado pelo ex-secretário-geral da organização e ex-ministro das Relações Exteriores do Chile, José Miguel Insulza. Parte da equipe se reuniu nesta quinta-feira (1º/10) com o presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Kassio Nunes Marques.

Na quarta-feira (30/10), os integrantes da missão da OEA também participaram de reuniões com técnicos e representantes da campanha do senador Flávio Bolsonaro. Entre os especialistas estão profissionais responsáveis por acompanhar temas como logística e organização eleitoral, uso de tecnologia, Justiça Eleitoral, financiamento político e eleitoral, violência, campanhas, mídia e comunicação digital.

A missão do Parlasul chegou ao país na terça-feira (29/09). Liderado pelo parlamentar argentino Raul Bittel, o grupo já se reuniu com consultores legislativos do Senado Federal e com o chefe da Assessoria Especial da Presidência da República, Celso Amorim.

Segundo o Parlasul, a missão terá caráter técnico, neutro e não intervencionista. A organização afirma que os trabalhos respeitarão “a soberania nacional, a legislação eleitoral brasileira e as atribuições das autoridades competentes, em conformidade com os princípios de independência, objetividade, transparência e imparcialidade que orientam a observação eleitoral internacional”.

De acordo com as autoridades, as informações coletadas durante o acompanhamento serão reunidas em um relatório técnico, que poderá apresentar recomendações para aperfeiçoar procedimentos eleitorais e incentivar a troca de boas práticas entre os países da região.

Também já estão no Brasil observadores do The Carter Center, organização que se reuniu com integrantes do TSE e é liderada por Jennie Lincoln, consultora sênior da entidade para a América Latina e o Caribe, e conta com outros quatro observadores de Portugal, Alemanha e Estados Unidos.

O grupo concentrará a análise em áreas como tecnologia eleitoral, legislação relacionada à administração das eleições e educação do eleitor.

“Dada a importância dessas eleições, não apenas para o Brasil, mas para todo o hemisfério, esperamos que nossa missão fortaleça a transparência do processo eleitoral e ajude os brasileiros a avaliar a integridade de suas eleições”, disse Jennie Lincoln.

Quer receber notícias direto no celular? Acesse nosso canal no WhatsApp!

Além das missões internacionais convidadas oficialmente, organizações nacionais da sociedade civil e representantes de governos estrangeiros também poderão acompanhar as eleições como observadores, desde que tenham solicitado credenciamento ao TSE.

Entre as instituições credenciadas estão a Transparência Eleitoral Brasil, a Associação Nacional das Defensoras e Defensores Públicos (Anadep) e a Universidade Federal da Integração Latino-Americana.

Imagem patrocinadores desktop
Imagem patrocinadores mobile
VEM SEGUIR OS CANAIS DO DOL!

Seja sempre o primeiro a ficar bem informado, entre no nosso canal de notícias no WhatsApp e Telegram. Para mais informações sobre os canais do WhatsApp e seguir outros canais do DOL. Acesse: dol.com.br/n/828815.

tags

Quer receber mais notícias como essa?

Cadastre seu email e comece o dia com as notícias selecionadas pelo nosso editor

Conteúdo Relacionado

0 Comentário(s)

plus

    Mais em Eleições 2026

    Leia mais notícias de Eleições 2026. Clique aqui!