Em uma ação que reforça o cerco a crimes violentos contra agentes de segurança pública, a Polícia Civil do Pará cumpriu, nesta segunda-feira (22), um mandado de prisão preventiva contra um homem investigado por tentativa de homicídio qualificado, roubo majorado e associação criminosa. A operação foi conduzida por equipes da Delegacia de Homicídios de Agentes Públicos (DHAP), vinculada à Divisão de Homicídios (DH), com ordem expedida pela Vara do Tribunal do Júri de Ananindeua.
O suspeito foi localizado no município de Barcarena, onde foi preso e conduzido à unidade policial para os procedimentos legais, permanecendo à disposição da Justiça.
CONTEÚDO RELACIONADO
- Criança de 5 anos desaparecida em Marabá é encontrada após 15 dias
- Mãe é presa após acorrentar filho de 5 anos no quintal de casa, no Pará
- Suspeito de assaltar em posto de combustíveis é preso em Ananindeua
CRIME COMEÇOU COM CORRIDA POR APLICATIVO
Segundo as investigações, os fatos ocorreram no dia 12 de maio de 2023, quando os suspeitos solicitaram uma corrida por aplicativo. Durante o trajeto, anunciaram o assalto e passaram a agir com violência, subtraindo o veículo e os pertences da vítima.
Quer mais notícias de polícia? Acesse o canal do DOL no WhatsApp.
De acordo com a Polícia Civil, a ação inicial de roubo foi o ponto de partida para uma sequência de crimes mais graves registrados em seguida.
ATAQUE ARMADO NO BAIRRO 40 HORAS
Após o roubo, os envolvidos seguiram até o bairro 40 Horas, em Ananindeua, onde ocorreu um ataque armado contra um policial militar que estava em via pública.
Na ocasião, diversos disparos de arma de fogo foram efetuados, atingindo o agente de segurança e outras duas pessoas que estavam próximas ao local. O caso foi enquadrado como tentativa de homicídio qualificado contra agente de segurança pública.
INVESTIGAÇÃO E IDENTIFICAÇÃO DO SUSPEITO
Durante o trabalho investigativo, a Polícia Civil identificou o preso como um dos participantes da ação criminosa. Ele foi reconhecido por testemunhas e vinculado ao crime por meio de diligências realizadas ao longo da apuração.
Segundo os investigadores, há indícios de que o ataque tenha sido ordenado por uma organização criminosa, o que reforça a linha de investigação sobre atuação articulada do grupo envolvido.
ENVOLVIMENTO COM ORGANIZAÇÃO CRIMINOSA
As apurações também indicam que o crime não teria sido uma ação isolada. De acordo com a Polícia Civil, o conjunto de elementos reunidos aponta para a participação do investigado em uma estrutura criminosa organizada.
O caso segue sob investigação da DHAP, que continua trabalhando para identificar outros possíveis envolvidos na ação registrada em 2023.
Seja sempre o primeiro a ficar bem informado, entre no nosso canal de notícias no WhatsApp e Telegram. Para mais informações sobre os canais do WhatsApp e seguir outros canais do DOL. Acesse: dol.com.br/n/828815.
Comentar