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OPERAÇÃO "CHECK OUT

Ação prende suspeitos por golpes em hospedagens durante a COP30

Polícia Civil desarticula esquema de fraudes eletrônicas com anúncios falsos de hospedagem em plataformas digitais; golpe causou prejuízo de R$ 3 milhões.

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Imagem ilustrativa da notícia Ação prende suspeitos por golpes em hospedagens durante a COP30 camera Operação prendeu suspeitos de aplicar golpes com falsas hospedagens para a COP30 em Belém. | Divulgação/PCPA

Em tempos de grandes eventos internacionais, cresce também a atenção das autoridades para crimes que se aproveitam da alta demanda por serviços, especialmente no ambiente digital, onde falsas promessas podem gerar prejuízos milionários e atingir vítimas de diferentes partes do mundo.

A Polícia Civil do Estado do Pará, por meio da Delegacia de Proteção ao Turista (DPTUR), deflagrou nesta terça-feira (24), em conjunto com a Polícia Civil de Pernambuco, a terceira fase da operação "Check Out". A ação teve como objetivo desarticular o núcleo financeiro e operacional de uma associação criminosa especializada em fraudes eletrônicas transnacionais.

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De acordo com as investigações, o grupo atuava com anúncios falsos de hospedagem em plataformas digitais, tendo como principal alvo turistas interessados em participar da COP30, em Belém. O caso ganhou maior gravidade após a identificação de uma vítima ligada à representação de um país asiático.

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PREJUÍZO E BLOQUEIO DE BENS

As apurações, baseadas em inteligência financeira e cruzamento de dados bancários, indicam que o esquema causou prejuízo estimado em 500 mil euros - cerca de R$ 3 milhões.

Durante a operação, seis suspeitos foram presos. Também houve bloqueio de aproximadamente R$ 1 milhão em ativos, além da apreensão de dispositivos eletrônicos que apontam para a movimentação de recursos por meio de contas de "laranjas" e transferências internacionais.

Os investigados devem responder por estelionato qualificado na modalidade de fraude eletrônica, além de associação criminosa, lavagem de dinheiro e falsidade ideológica.

Os presos permanecem à disposição da Justiça, enquanto as investigações seguem sob sigilo, com o objetivo de recuperar os valores desviados e identificar possíveis ramificações do esquema.

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