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JOSÉ BOSCO

Suspeito de assassinar investigador morre em confronto

Alexandre Rennan da Silva Paiva entrou em confronto com policiais e acabou morto. Ele era suspeito de assassinar o investigador José de Bosco Araújo Barbabosa, assassinado em março, no centro de Belém.

quinta-feira, 19/05/2022, 15:03 - Atualizado em 19/05/2022, 16:57 - Autor: DOL, com Informações de Sancha Luna/RBATV

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Alexandre Paiva veio a óbito após troca de tiros com policiais
Alexandre Paiva veio a óbito após troca de tiros com policiais | Via Whatsapp

O caso do investigador da Polícia Civil morto no centro de Belém teve um desfecho na Ilha de Mosqueiro, com um dos envolvidos no crime sendo baleado e morto em confronto com policiais.

Alexandre Rennan da Silva Paiva foi morto durante uma troca de tiros com várias equipes da Polícia, no distrito de Mosqueiro, em Belém. Apesar de ser levado ao Hospital Geral da Ilha, ele acabou morreu.

Investigações da Polícia dão conta de que Alexandre estava em Mosqueiro desde o dia do crime, no dia 7 de março, data em que o investigador José de Bosco Araújo Barbosa foi executado, na Alameda Lúcio Amaral, no bairro de Nazaré, na capital paraense

Naquela ocasião, o investigador da Polícia Civil estaria chegando em casa, localizada na alameda Lúcio Amaral, quando foi surpreendido por bandidos num veículo de cor branco. Os criminosos teriam anunciado um assalto e o agente tentou reagir. Ele chegou a travar uma luta corporal com um dos criminosos. Durante a confusão, o policial foi atingido por um tiro.

Testemunhas dizem que Bosco também teria atingido um dos assaltantes, que conseguiu fugir. O policial chegou a ser socorrido pelo filho e levado para um hospital particular de Belém, mas morreu momentos após dar entrada na unidade.

Alexandre foi o autor do disparo contra o investigador e fugiu do local em um carro com outros dois suspeitos. Durante a fuga, o acusado levou a arma utilizada pela vítima, que foi encontrada após a troca de tiros que vitimou o suspeito em Mosqueiro.

O policial civil José de Bosco era lotado na Divisão de Investigação e Operações Especiais (DIOE), cuja sede é em Belém.

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