Um terremoto de magnitude 7,1 atingiu a Venezuela na noite desta quarta-feira (24), provocando forte impacto em diversas regiões do país e gerando preocupação em nações vizinhas da América do Sul, como em Belém, e do Caribe. O evento sísmico causou pânico em Caracas e foi sentido também em áreas da Colômbia.
Segundo o Serviço Geológico dos Estados Unidos (USGS), o tremor ocorreu às 19h04 (horário de Brasília), com epicentro localizado a cerca de 21 quilômetros a oeste de Morón e profundidade estimada em apenas 10 quilômetros, fator que intensifica a percepção dos abalos na superfície.
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Logo após o evento principal, uma sequência de réplicas foi registrada na região, aumentando o estado de alerta entre moradores. Em Caracas, pessoas deixaram prédios residenciais e comerciais às pressas, buscando áreas abertas por segurança. Muitos permaneceram nas ruas por receio de novos tremores antes de retornar às suas casas e locais de trabalho.
Além do impacto imediato, o USGS classificou a sequência sísmica com alerta vermelho, indicando potencial para grandes danos materiais e elevado número de vítimas. Segundo a agência, há estimativas que apontam para a possibilidade de mais de 10 mil mortes, podendo chegar a até 100 mil, dependendo da extensão dos danos nas áreas afetadas.
Até o momento, as autoridades venezuelanas ainda não divulgaram um balanço oficial sobre vítimas ou destruição. O Serviço de Alerta de Tsunami do Pacífico, administrado pelos Estados Unidos, também emitiu aviso de risco para a formação de ondas anormais em regiões costeiras da Venezuela e em territórios do Caribe, como Bonaire, Curaçao e Aruba.
Na Colômbia, autoridades de gestão de risco acompanharam a situação e chegaram a emitir alertas iniciais, mas posteriormente descartaram risco de tsunami em seu território.
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O tremor, devido à sua magnitude e baixa profundidade, teve ampla repercussão na região e reforçou o estado de atenção em países próximos, diante da possibilidade de novos abalos e impactos secundários.
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