A prática do mergulho é considerada uma atividade fascinante e procurada por turistas em diversas partes do mundo, especialmente em destinos paradisíacos como as Maldivas. Apesar de geralmente ser segura quando realizada com acompanhamento profissional e condições climáticas favoráveis, o mergulho exige atenção redobrada, preparo técnico e respeito aos alertas marítimos. Mudanças bruscas no mar, falhas de comunicação e desafios subaquáticos podem transformar momentos de lazer em situações de alto risco.
Cinco italianos morreram nas Maldivas após um acidente durante uma atividade de scuba diving, modalidade de mergulho realizada com equipamentos autônomos que permitem respirar debaixo d’água e explorar o fundo do mar sem depender de ar vindo da superfície. As informações foram divulgadas pela BBC.
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De acordo com a polícia local, o mar estava agitado na área do acidente, situada cerca de 100 quilômetros ao sul da capital Malé. Um alerta amarelo havia sido emitido para embarcações de passageiros e pescadores devido às condições climáticas adversas.
Segundo a imprensa local, os cinco italianos entraram no mar na manhã de quinta-feira (14). A tripulação da embarcação de mergulho acionou as autoridades após o grupo não retornar à superfície dentro do tempo previsto.
As Forças Armadas das Maldivas informaram que um dos corpos foi localizado dentro de uma caverna submarina a aproximadamente 60 metros de profundidade. As equipes de resgate acreditam que os outros quatro mergulhadores também estejam no mesmo local.
Quatro das vítimas integravam uma equipe da Universidade de Gênova, entre elas a professora de ecologia Monica Montefalcone, sua filha e dois pesquisadores.
Posteriormente, a universidade confirmou as identidades das vítimas: Monica Montefalcone, sua filha Giorgia Sommacal, que também era estudante, a pesquisadora Muriel Oddenino e o biólogo marinho Federico Gualtieri.
A quinta vítima foi identificada como Gianluca Benedetti, gerente de operações da embarcação e instrutor de mergulho.
Em publicação na rede social X, a Universidade de Gênova manifestou “as mais profundas condolências” às famílias e amigos das vítimas.
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Embora acidentes envolvendo mergulho e snorkel sejam considerados raros nas Maldivas, registros de mortes ligadas a essas atividades têm sido contabilizados nos últimos anos, segundo a BBC.
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