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TENSÃO NO ORIENTE MÉDIO

Iranianos fazem corrente humana em protesto contra ataques recentes dos EUA

Correntes humanas no Irã mostram apoio ao governo. Descubra como a situação se desenrola neste tenso cenário.

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Imagem ilustrativa da notícia Iranianos fazem corrente humana em protesto contra ataques recentes dos EUA camera manifestações semelhantes também ocorreram em uma usina na cidade de Tabriz. | (Reprodução/X @DrAlirezaRahimi)

Grupos de iranianos formaram correntes humanas nesta terça-feira (7) ao redor da Usina Termoelétrica de Kazerun, no sul do país, em um gesto de apoio ao governo e de protesto contra ataques recentes. Imagens divulgadas por Alireza Rahimi, vice-ministro dos Esportes e secretário do Conselho Supremo da Juventude e Adolescentes do Irã, e pela agência semi-oficial Fars mostram dezenas de pessoas reunidas no local.

Segundo a mesma agência, manifestações semelhantes também ocorreram em uma usina na cidade de Tabriz, indicando que a mobilização se espalha por diferentes regiões do país.

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A ação ocorre um dia após Rahimi, convocar jovens, artistas e atletas a participarem de “correntes humanas” ao redor de instalações energéticas em todo o território iraniano. O apelo foi feito em resposta a ameaças feitas pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que afirmou que poderia atacar infraestruturas públicas caso o Irã não reabra o Estreito de Ormuz dentro do prazo estipulado.

Conflito em escalada

Estados Unidos e Israel estão em guerra com o Irã desde 28 de fevereiro, quando um ataque conjunto matou o líder supremo iraniano, Ali Khamenei, em Teerã. A ofensiva também teria eliminado outras autoridades de alto escalão do regime.

De acordo com autoridades americanas, dezenas de navios iranianos, além de sistemas de defesa aérea e aeronaves militares, foram destruídos ao longo das operações.

Em resposta, o Irã lançou ataques contra diversos países do Oriente Médio, incluindo Emirados Árabes Unidos, Arábia Saudita, Catar, Bahrein, Kuwait, Jordânia, Iraque e Omã. O governo iraniano afirma que os alvos são interesses ligados aos Estados Unidos e a Israel nesses territórios.

Mortes e expansão regional

Desde o início do conflito, mais de 1.750 civis morreram no Irã, segundo a Agência de Notícias de Ativistas de Direitos Humanos, sediada nos Estados Unidos. Já a Casa Branca confirmou ao menos 13 mortes de militares americanos relacionadas a ataques iranianos.

A guerra também se estendeu ao Líbano. O grupo Hezbollah realizou ataques contra Israel em retaliação à morte de Ali Khamenei, o que levou o governo israelense a intensificar bombardeios no território libanês. Centenas de pessoas já morreram no país vizinho.

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Mudança na liderança iraniana

Após a morte de grande parte da cúpula do regime, um conselho iraniano nomeou Mojtaba Khamenei, filho de Ali Khamenei, como novo líder supremo. Analistas avaliam que a escolha indica continuidade política e manutenção da linha dura do governo.

A decisão foi criticada por Donald Trump, que classificou a nomeação como um “grande erro” e afirmou que a escolha deveria contar com participação internacional. Segundo ele, Mojtaba seria “inaceitável” para liderar o país.

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