A sobrevivência de um bebê de quatro meses está em risco porque seus pais, militantes antivacina, não aceitam que o filho receba uma transfusão de sangue que possa ter como doador uma pessoa que já foi imunizada contra o Coronavírus.

O bebê, que precisa ser submetido a uma cirurgia cardíaca com urgência, teve o procedimento adiado justamente por causa da atitude do casal.

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Segundo reportagem do jornal The Guardian, as autoridades de saúde da Nova Zelândia acionaram a Justiça para para pedir a custódia parcial do bebê para que a cirurgia possa ser realizada o mais breve possível. Até o momento, porém,  a Justiça ainda não decidiu o destino do bebê.

“Não separamos ou rotulamos o sangue com base no status de vacinação contra Covid-19 de um doador.”, explicou o porta-voz do banco de sangue local, acrescentando que não há qualquer evidência científica de que a vacinação afete a qualidade do sangue para transfusão.

No último dia 30 de novembro, cerca de 100 manifestantes antivacina fizeram um protesto em frente ao tribunal de Auckland em apoio aos pais do bebê.

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