Milhares de fiéis ao redor do mundo dedicam o período da Páscoa à reflexão e ao sacrifício, seguindo preceitos que atravessam gerações.
Entre as práticas mais comuns está a restrição alimentar, vista pela doutrina não apenas como uma regra, mas como um exercício de espiritualidade e penitência em respeito à Paixão de Cristo.
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As diretrizes para a abstinência de carne vermelha estão previstas no Código de Direito Canônico, que estabelece a obrigatoriedade para fiéis a partir dos 14 anos.
O jejum é voltado para maiores de idade até os 60 anos. No entanto, existem exceções para pessoas com problemas de saúde, gestantes ou trabalhadores submetidos a grande esforço físico.
Para quem descumpre a regra deliberadamente, a Igreja orienta a confissão, mas permite que o sacrifício seja substituído por outras formas de penitência, como obras de caridade e exercícios de piedade.
Segundo a doutrina oficial, a Igreja Católica vê a abstinência como um ato de penitência, devido à carne ser associada à festa.
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