O silêncio habitual das áreas verdes da zona oeste do Rio de Janeiro foi rompido na manhã deste sábado (17) por mais um episódio trágico envolvendo o transporte aéreo. Em meio à vegetação densa e de difícil acesso, um helicóptero caiu em Guaratiba, mobilizando equipes de resgate.
De acordo com o Corpo de Bombeiros, a queda do helicóptero ocorreu em uma área de mata fechada próxima ao cruzamento da avenida Levy Neves com a rua Tasso da Silveira, em Guaratiba. Três pessoas morreram no acidente. O acionamento das equipes aconteceu às 9h55, e o resgate enfrentou dificuldades por conta do terreno íngreme e da vegetação fechada.
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A aeronave envolvida no acidente é um Robinson R44 II, de prefixo PS-GJS. O modelo é monomotor e amplamente utilizado para transporte executivo, turismo e instrução de voo, segundo informações da fabricante. As circunstâncias da queda ainda não foram esclarecidas.
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Militares do quartel de Guaratiba, integrantes do Grupamento de Operações Aéreas e especialistas do Grupo de Operações Especiais seguem atuando no local. Até o meio da tarde, as equipes permaneciam na área, trabalhando no acesso aos corpos e na segurança da região.
IDENTIFICAÇÃO DAS VÍTIMAS
As vítimas foram identificadas como Sérgio Nunes Miranda, major da Força Aérea Brasileira; Lucas Silva Souza, capitão do Corpo de Bombeiros do Rio de Janeiro, que pilotava o helicóptero; e Diego Dantas Lima Morais, instrutor de voo. A aeronave envolvida no acidente era um helicóptero Robinson R44 II, de prefixo PS-GJS, modelo monomotor amplamente utilizado em transporte executivo, turismo e instrução de pilotos.
De acordo com informações preliminares, o helicóptero decolou do hangar da Helimar/Heli-Rio, no Recreio dos Bandeirantes, com destino ao Clube Céu, em Sepetiba. No local, foram realizadas manobras de treinamento. Após a troca de piloto, a aeronave voltou a ganhar altitude e passou a executar exercícios do tipo "circuito", procedimento comum em voos de instrução, quando deixou de ser vista por testemunhas.
INVESTIGAÇÃO
A Força Aérea Brasileira (FAB) confirmou que as investigações já foram iniciadas. O trabalho está sob responsabilidade do Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa), que deu início à chamada "ação inicial", etapa voltada à coleta de dados, preservação de evidências e análise preliminar dos danos causados pela queda do helicóptero.
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