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AGRESSÃO FÍSICA

Mãe agride filha de 8 anos e compartilha vídeo no WhatsApp

Criança foi resgatada em Minas Gerais após sofrer violência física e ameaças da própria mãe

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Imagem ilustrativa da notícia Mãe agride filha de 8 anos e compartilha vídeo no WhatsApp camera O caso chegou ao MPMG na noite de sábado (03). | Freepik

Uma menina de oito anos foi vítima de agressões graves em São Geraldo, na Zona da Mata de Minas Gerais. A Polícia Civil investiga a mãe da criança, uma mulher de 32 anos, suspeita de bater na filha, gravar as agressões e compartilhar o vídeo em um grupo da família. A mulher não foi presa, pois não houve flagrante, mas o caso é acompanhado pela delegacia de Visconde do Rio Branco, pelo Ministério Público de Minas Gerais (MPMG) e pelo Conselho Tutelar.

Segundo informações do MPMG, a menina, cujo pai já faleceu, foi severamente agredida pela mãe. No vídeo, a criança aparece totalmente nua, sendo atingida com um objeto semelhante a um cinto. Além das agressões físicas, a mãe ameaça a filha com frases como “eu te dei a vida, eu posso tirá-la” e profere xingamentos, justificando a violência como forma de “educação”.

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O caso chegou ao MPMG na noite do último sábado (03), por volta das 22h. No domingo (04), a criança foi retirada da residência com apoio da Polícia Militar. Inicialmente, nenhum familiar se dispôs a recebê-la e a menina foi encaminhada para um abrigo, garantindo que permanecesse em um ambiente seguro enquanto as medidas legais eram tomadas.

Após a retirada da menina, ela passou por atendimento médico, que constatou diversas lesões. Foram identificados hematomas no glúteo direito, escoriações no membro superior esquerdo e hematomas no membro superior direito, confirmando a gravidade das agressões sofridas.

Diante da situação, o MPMG ajuizou nesta terça-feira (06) uma ação para o acolhimento institucional da criança, garantindo proteção emergencial enquanto se apuram as responsabilidades da mãe e se define o destino seguro da vítima. O objetivo é assegurar o bem-estar da menina e impedir novos episódios de violência.

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A investigação segue em andamento pela Polícia Civil, que busca responsabilizar criminalmente a mãe e garantir a segurança da criança. O caso permanece sob acompanhamento das autoridades competentes, incluindo o Conselho Tutelar, para monitorar a situação e proteger a menor de possíveis novos abusos.

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