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DECISÃO JUDICIAL

Dono do Banco Master deixa prisão em São Paulo

Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, foi solto após decisão judicial. Entenda as implicações da operação 'Compliance Zero' e os desdobramentos do caso.

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Imagem ilustrativa da notícia Dono do Banco Master deixa prisão em São Paulo camera Dono do Banco Master foi solto neste sábado (29), após decisão judicial que revogou sua prisão preventiva | Foto: Banco Master

O banqueiro Daniel Bueno Vorcaro, sócio e gestor do Banco Master, deixou a prisão na tarde deste sábado (29) após uma decisão judicial suspender sua prisão preventiva, que havia sido determinada na noite de sexta-feira (28). Ele estava custodiado no Centro de Detenção Provisória 2, em Guarulhos, na Grande São Paulo.

Com a liberdade, Vorcaro passa a cumprir uma série de medidas cautelares. Ele deverá comparecer periodicamente à Justiça, está proibido de entrar em contato com os demais investigados, não pode deixar o município onde mora e teve o passaporte recolhido. O banqueiro também está impedido de desempenhar qualquer função ligada ao setor financeiro.

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A prisão de Vorcaro ocorreu na segunda-feira (28), quando agentes da Polícia Federal o detiveram no Aeroporto Internacional de Guarulhos. Ele se preparava para embarcar em um voo com destino a Dubai, nos Emirados Árabes Unidos.

Na decisão que revogou a prisão, a desembargadora Solange Salgado da Silva, do Tribunal Regional Federal da 1ª Região, avaliou que não há indícios de que o banqueiro represente ameaça, o que permitiria a aplicação de medidas menos gravosas.

Momento em que Daniel Bueno Vorcaro, sócio e gestor do Banco Master, deixou a prisão
📷 Momento em que Daniel Bueno Vorcaro, sócio e gestor do Banco Master, deixou a prisão |Foto: Reprodução/Vídeo

Apontado como um dos articuladores de um esquema de manipulação financeira envolvendo o Banco de Brasília (BRB) e o Banco Master, Vorcaro havia sido alvo de prisão preventiva devido à complexidade das operações investigadas e à suposta atuação coordenada entre vários agentes econômicos.

Outros investigados também foram beneficiados

A decisão da magistrada foi estendida a outros acusados detidos na mesma operação: Augusto Ferreira Lima, Luiz Antonio Bull, Alberto Feliz de Oliveira e Ângelo Antonio Ribeiro da Silva. Para a desembargadora, não havia motivo para que eles recebessem tratamento diferente.

A operação, batizada de “Compliance Zero”, apura um esquema que teria causado um rombo superior a R$ 12 bilhões por meio da criação de carteiras de crédito consideradas “insubsistentes” e manipulação contábil destinada à captação irregular de recursos no mercado financeiro. A Polícia Federal aponta violações às normas do sistema financeiro nacional.

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Embora reconheça a gravidade dos fatos investigados, a desembargadora considerou que o conjunto de medidas cautelares impostas é suficiente para proteger a sociedade e evitar novas práticas ilícitas.

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