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COVARDIA E DESCONTROLE

Homem atira em entregador após recusa em subir para efetuar entrega

Um entregador foi baleado por um policial penal após recusa em levar encomenda até o apartamento em Jacarepaguá, no Rio de Janeiro. O caso gerou protestos por justiça.

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Imagem ilustrativa da notícia Homem atira em entregador após recusa em subir para efetuar entrega camera Reprodução

Na madrugada do último dia 30 de agosto, um entregador foi baleado após uma discussão com um morador em um condomínio localizado na região da Taquara, em Jacarepaguá, Zona Oeste do Rio de Janeiro. O caso foi registrado em vídeo pela própria vítima, que, mesmo ferida, continuou gravando a cena e pedindo socorro.

As imagens que circulam nas redes sociais mostram o momento em que um homem armado exige que o entregador leve a encomenda até o apartamento. Após a negativa, o morador efetua um disparo. A vítima, identificada como Valério Júnior, foi atingida no pé. O autor do disparo foi reconhecido como o policial penal José Rodrigo da Silva Ferrarini.

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Segundo a Polícia Militar, agentes do 18º BPM (Jacarepaguá) foram acionados para a ocorrência na Rua Carlos Palut. O Corpo de Bombeiros prestou os primeiros socorros ao entregador, que foi encaminhado para atendimento médico. Ferrarini fugiu do local logo após o disparo, mas posteriormente se apresentou à 32ª DP (Taquara), onde o caso foi registrado.

Durante a gravação, é possível ouvir Valério gritando por socorro e chamando uma pessoa identificada como Tião, que aparece em seguida para ajudá-lo. O vídeo também mostra manchas de sangue no chão do condomínio, evidenciando a gravidade da situação.

O caso teve repercussão imediata entre colegas de profissão. Horas após o fato, dezenas de entregadores se reuniram em frente ao condomínio, pedindo justiça e cobrando providências quanto à responsabilização do agressor.

DOL

De acordo com a Polícia Civil, a arma de Ferrarini foi apreendida e passará por perícia. A vítima foi submetida a exame de corpo de delito e testemunhas estão sendo ouvidas. A investigação segue em andamento.

Em nota, a Secretaria de Administração Penitenciária do Rio (Seap) confirmou que Ferrarini segue na ativa e afirmou que a conduta atribuída ao servidor aconteceu fora de suas funções. A Corregedoria da Seap acompanha o caso junto à delegacia responsável.

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