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ATIVOS DO LEÃO

Remo adota nova política de mercado e aposta em valorização de atletas

Na Rádio Clube do Pará, executivo Luis Vagner Vivian ressalta que "é preciso investir, mas com critério, trazendo atletas que possam se valorizar e render mais"

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Imagem ilustrativa da notícia Remo adota nova política de mercado e aposta em valorização de atletas camera Executivo do Remo esteve no Conversa com o Leão, na Rádio Clube do Pará | Reprodução: YouTube/ Rádio Clube do Pará

A nova realidade vivida pelo Clube do Remo dentro do futebol brasileiro tem provocado mudanças profundas fora das quatro linhas. Com a chegada à elite nacional, o clube passou a adotar uma postura mais estratégica e ambiciosa no mercado de transferências. A ascensão meteórica da Série C para a Série A do Campeonato Brasileiro fez o Clube do Remo reformular completamente sua política de contratações.

Segundo o executivo de futebol Luís Vagner Vivian, o clube deixou de focar apenas em jogadores livres e passou a investir em atletas com potencial de valorização, tratados como “ativos”. Ao ser entrevistado na última quinta-feira (29), no programa "conversa com o Leão", na Rádio Clube do Pará, o profissional do Clube do Remo ressaltou sobre o legado que pretende firmar no clube estando na elite nacional.

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A ideia é clara: além de reforçar tecnicamente o elenco, os jogadores contratados devem gerar retorno financeiro no futuro. "A grande meta e o objetivo do ano é a permanência na Série A. Temos que manter um equilíbrio técnico de desempenho. E sobre os atletas, eles têm bonificação estando na Série A. Em caso de descenso, essa bonificação se perde. É um formato que faz o atleta buscar rendimento constante e evita acomodação”, explicou o dirigente.

Vivian também destacou que disputar a Série A aumenta a visibilidade do clube, transformando o Remo em uma vitrine para o mercado nacional e internacional. “Não é possível montar um elenco competitivo só com jogadores livres ou emprestados. É preciso investir, mas com critério, trazendo atletas que possam se valorizar e render até três vezes mais no futuro. É um trabalho de equipe e um clube em um todo precisa evoluir. São pequenos movimentos que estamos fazendo dentro da responsabilidade do clube", afirmou.

Poder de compra de jogadores

Essa nova postura já se reflete nas contratações recentes. O volante Leonel Picco, ex-Platense, tornou-se a contratação mais cara da história do clube, em um negócio avaliado em cerca de 1,8 milhão de dólares (aproximadamente R$ 9,4 milhões) e que irá até dezembro de 2028. Outro investimento significativo foram os atacantes Jajá e Gabriel Taliari, cujos contratos também vão até o final de 2028, e custaram cada um a quantia de R$ 4 milhões aos cofres azulinos — valores que antes eram inviáveis para o clube em divisões inferiores.

"É importante que o torcedor entenda: a gente está concorrendo com grandes potências no mercado sul-americano. Hoje, o mercado brasileiro tem poder de compra que nunca teve na história. Existem clubes que buscam atletas no futebol europeu. Os clubes se organizaram no passado e hoje estão colhendo frutos. O que nós queremos é que o Remo futuramente siga os mesmos passos. Tem potencial e torcida para que ele chegue no mesmo patamar e eu tenho certeza que ele pode chegar lá", afirmou.

Próxima janela de transferências

Com uma nova mentalidade e maior poder de investimento, o Clube do Remo busca não apenas se manter na elite, mas também se consolidar como um protagonista sustentável dentro do futebol brasileiro. E o próximo foco do departamento de futebol azulino será o novo mercado de janela de transferências do futebol nacional e internacional.

"A gente sabe que elenco está um pouco inflado ainda. Estamos com 38 atletas no elenco, sendo 5 goleiros e mais o João Lucas que rompeu o ligamento e está fora da temporada, então se enxuga ai para 32 atletas de linha. Estamos conversando internamente, as carências estamos analisando diariamente do que vamos precisar. É lógico que algumas saídas vamos ter que realizar. Mas é uma grande responsabilidade quando tu assina, então não dá pra tu sair contratando a rodo porque quando diminuir o elenco, custa somente para os cofres do clube. O presidente Tonhão é muito responsável com isso", afirmou.

"Temos definido algumas situações de atletas que não estão conseguindo performar como o clube precisa e a Série A necessita que seja á altura. Há também o fato de que mesmo com a janela fechada, fizemos duas rescisões contratuais em que foi muito bom para ambas as partes. No meio do ano, dois atletas estão encerrando o contrato que são Diego Hernández e Patrick de Paula e aí vamos analisar sobre permanência ou não - e isso vai muito também do próprio querer do atleta, o torcedor também pode analisar. E em caso de uma compra, eles precisam performar como titulares da equipe", finalizou.

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