A sequência negativa do Clube do Remo no Brasileirão ganhou mais um capítulo na noite deste sábado (25), com a derrota por 1 a 0 para o Cruzeiro, no Baenão. Após o jogo, o técnico Léo Condé voltou a demonstrar preocupação com a falta de eficiência da equipe, principal fator, segundo ele, para o resultado e para a posição delicada na tabela.
Mesmo reconhecendo a frustração da torcida, o treinador tentou equilibrar a análise ao afirmar que o time conseguiu produzir ofensivamente, mas novamente falhou no momento decisivo.
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"FALTA TRANSFORMAR CHANCE EM GOL"
Condé iniciou sua avaliação destacando o desempenho recente da equipe no setor ofensivo, mas reforçando que a estatística não tem se convertido em pontos. "Nos últimos três jogos fizemos cinco gols. Infelizmente, perdemos peças importantes para jogar em casa, como o Vitor Bueno, o Taliari e o David Braga. Aí improvisamos o Zé Ricardo", argumentou.
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O técnico também explicou a utilização de atletas fora de posição como reflexo das ausências no elenco. "Ele se movimentou bastante, buscou espaço e pressionou a saída, mas estava improvisado", pontuou.
JOGO EQUILIBRADO ATÉ O DETALHE DECISIVO
Na leitura do confronto, Condé avaliou que o Remo conseguiu competir em igualdade com o Cruzeiro em boa parte da partida, especialmente no início, mas acabou penalizado pela eficiência do adversário. "De certa forma, não foi um jogo ruim só do Remo, também foi do Cruzeiro. Foi disputado, com muita pressão nos primeiros 20 minutos. Depois, eles, com um elenco forte, se sobressaíram no fim do primeiro tempo.”
O treinador ressaltou ainda a melhora da equipe na etapa final, apesar da derrota. "No segundo tempo voltamos bem. O time pressionou, tivemos mais chances, tentamos propor o jogo. Faltou a capacidade de fazer o gol", avaliou.
MANDO DE CAMPO E GRAMADO RUIM
Condé também comentou o impacto da mudança de estádio e das condições de jogo, após o Remo ter que deixar o Mangueirão por conta da apresentação da banda de rock norte-amaricana Guns N' Roses. Para ele, a questão não está apenas no local, mas na falta de estabilidade. "A questão já estava definida devido ao show. Acho que tem que definir um local e jogar sempre nele", opinou.
O técnico ainda relativizou as críticas ao gramado do Baenão, citando outros estádios onde o jogo também é mais físico. "Já jogamos bem em Salvador, no Olímpico, que são estádios onde o jogo fica mais preso. Não foi só o Remo que sentiu".
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