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ANÁLISE

Osorio: um erro no planejamento do Remo que não irá deixar saudades

A passagem conturbada de Juan Carlos Osorio pelo Clube do Remo termina sem deixar saudades, marcada por críticas e desentendimentos internos.

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Imagem ilustrativa da notícia Osorio: um erro no planejamento do Remo que não irá deixar saudades camera Juan Carlos Osorio é demitido do Clube do Remo após passagem conturbada e críticas da torcida | Fernando Torres

A passagem de Juan Carlos Osorio pelo Clube do Remo terminou de forma conturbada e sem deixar saudades na torcida azulina. Contratado no início da temporada com foco principal na disputa do Campeonato Brasileiro, o treinador acabou demitido ainda durante o Campeonato Paraense, competição que o colombiano utilizou amplamente como laboratório para testes e experimentações.

Desde a chegada, Osorio esteve cercado por desconfianças. O constante rodízio do elenco, as improvisações em diferentes posições e as atuações abaixo do esperado alimentaram críticas dentro e fora do clube. A avaliação interna era de que, apesar da proposta de longo prazo mirando o Brasileirão, o desempenho no estadual não correspondia à grandeza do Remo.

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Houve, é verdade, momentos pontuais de bom futebol: o primeiro tempo diante do Mirassol, boa parte do confronto contra o Atlético e o segundo tempo frente ao Internacional. Ainda assim, a equipe nunca conseguiu transmitir segurança ou regularidade suficientes para consolidar o trabalho, em praticamente dois meses e meio de trabalho, que foi iniciado ainda em dezembro com sua contratação através do ex-executivo de futebol remista Marcos Braz.

As críticas ganharam tom mais duro após declarações do presidente Tonhão, na Rádio Clube do Pará. Segundo ele, a atuação foi “triste” e “vergonhosa”, justificando a decisão pela troca no comando técnico. Tonhão afirmou ainda que o desempenho apresentado “não é digno de um time de Série A” e classificou como ainda mais preocupante a postura do treinador na etapa final da partida que culminou na demissão.

Briga exposta em público

Outro episódio que marcou a curta trajetória do colombiano foi o atrito com o lateral-esquerdo Sávio, atleta identificado com o clube e que participou dos dois acessos recentes com a camisa azulina. O jogador revelou à imprensa problemas de relacionamento com o treinador, que o acusava de indisciplina e de não cumprir corretamente as funções táticas em campo. O episódio expôs ruídos internos e aumentou a pressão sobre o comandante.

Pelos números, Osorio deixa o Remo após 14 partidas, com quatro vitórias, oito empates e duas derrotas, alcançando 47,6% de aproveitamento dos pontos disputados. Estatísticas que, somadas ao desgaste interno e à falta de identidade da equipe, selaram o fim de uma passagem que terminou antes do planejado — e sem respaldo da arquibancada. Por outro lado, a diretoria azulina já busca um novo treinador.

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