Na reta decisiva da primeira fase da Série C do Campeonato Brasileiro, o Paysandu sabe que não pode desperdiçar pontos dentro de casa. Na próxima segunda-feira (10), à partir das 20h, o Papão recebe o Confiança-SE, lanterna da competição, em um confronto que pode ser determinante na briga por uma vaga no G8, no qual visa também se aproximar da classificação para a segunda fase da disputa.
Apesar da situação delicada do adversário, o meia Radsley acredita que o duelo será um dos mais complicados das últimas rodadas e reforçou a importância de fazer valer o mando de campo. Recém-chegado ao clube, o meio-campista destacou que a posição do Confiança na tabela não reflete a dificuldade que o Paysandu encontrará na Curuzu.
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Segundo ele, a equipe sergipana deve atuar de forma bastante defensiva, apostando em uma postura cautelosa para tentar surpreender fora de casa. "É um jogo difícil, por mais que o adversário esteja na lanterna. A gente sabe da importância desse jogo. Eles vêm para cá fechadinho. A gente sabe das dificuldades que teremos para entrar na linha deles", afirmou.
Para Radsley, o confronto tem caráter decisivo para as duas equipes. Enquanto o Confiança luta para deixar a última colocação e manter vivo o sonho de permanência na Série C, o Paysandu precisa dos três pontos para seguir firme entre os oito primeiros colocados. "É um jogo de vida ou morte para eles e nós temos de procurar fazer o nosso dever, que é chegar à vitória", destacou.
Não se pode mais vacilar dentro de casa
Além da necessidade de vencer, o meia afirmou que o elenco também trabalha para corrigir falhas defensivas que custaram pontos importantes ao longo da competição. As derrotas para Santa Cruz e Inter de Limeira, na Curuzu, são alguns dos exemplos. "A gente tem de aprimorar o time todo. Acho que a gente vem tomando alguns gols que não podemos tomar", frisou.
Por isso, Radsley acredita que o Paysandu precisa aproveitar o fator casa para encaminhar a classificação à próxima fase. "Em jogos em casa, como o de segunda-feira, a gente tem de conseguir os três pontos. Não podemos vacilar, ainda mais numa competição na qual um está pertinho do outro. São só dois pontos de diferença do nono colocado. Qualquer vacilo e a gente pode correr o risco de sair do G8", concluiu.
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