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E O MANGUEIRÃO?

Gramado ruim: Paysandu enfrenta adversário silencioso em casa

Mesmo virando sobre o Botafogo-PB, condições do gramado da Curuzu levantam debate sobre desempenho, planejamento e viabilidade financeira ao longo da Série C

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Imagem ilustrativa da notícia Gramado ruim: Paysandu enfrenta adversário silencioso em casa camera Gramado terminou neste estado após a partida contra o Botafogo-PB | DOL

A vitória do Paysandu por 4 a 2 sobre o Botafogo-PB, pela quinta rodada da Série C do Campeonato Brasileiro, mostrou força de reação do time comandado por Júnior Rocha. Mas também escancarou um problema antigo: o estado do gramado da Curuzu.

Mesmo com a virada após sair perdendo por 2 a 0, foi visível a dificuldade dos atletas em um campo marcado por buracos e lama. Para um time leve e veloz, que aposta na intensidade, o piso irregular acaba sendo um adversário a mais.

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Nos últimos anos, o Vovô da cidade passou por intervenções no gramado. A mais recente ocorreu antes do início da Série C, mas a melhora prática não apareceu. O inverno amazônico pesa, é verdade, porém não é novidade e o planejamento deveria fazer parte da equação.

Situação do gramado após o jogo do último domingo, 3 DOL

Curuzu, Mangueirão e o financeiro

No duelo contra o Botafogo-PB, a renda foi de R$ 304.495,00, com 7.091 pagantes e público total de 8.871 torcedores. Os ingressos custaram R$ 50 (arquibancada) e R$ 100 (cadeira).

A CBF ainda não divulgou o boletim financeiro detalhado dessa partida. Porém, no jogo anterior na Curuzu, contra o Barra, a renda foi de R$ 240.508,75, com despesas de R$ 78.032,87, sobrando pouco mais de R$ 162 mil líquidos ao clube.

Agora, imagine outro cenário: 20 mil torcedores no Mangueirão pagando R$ 30 ou R$ 35. Mesmo com custos operacionais maiores, a receita bruta poderia atingir os R$ 600 a R$ 700 mil, ampliando margem para absorver despesas e ainda investir.

O exemplo recente contra o Vasco, pela Copa do Brasil, reforça a tese, mesmo com uma realidade diferente devido à competição e o adversário, mas o Paysandu tem torcida para qualquer partida, ainda mais com a fase jogando a favor.

Naquela ocasião diante do Gigante da Colina, com ingressos a partir de R$ 80, a renda bruta superou R$ 2 milhões, deixando quase R$ 1,5 milhão líquidos aos cofres bicolores, mesmo com operação mais cara.

Curuzu precisa de reforma urgente no gramado
📷 Curuzu precisa de reforma urgente no gramado |DOL

O elenco treina no CT, em melhores condições. Já na Curuzu, enfrenta um gramado que compromete rendimento e eleva risco de lesão. A solução imediata não é simples: uma reforma consistente exige tempo e investimento.

Levar jogos pontuais ao Mangueirão pode pesar no orçamento, mas também pode ampliar público e arrecadação. Reduzir preços para aumentar volume talvez seja um caminho intermediário a ser estudado.

Enquanto isso, o próximo compromisso já está marcado: sábado, às 17h, contra o Anápolis, pela sexta rodada da Série C, novamente na Curuzu. Dentro de campo, o Paysandu tenta manter o embalo. Fora dele, a diretoria precisa decidir se o gramado seguirá sendo parte do problema ou início da solução.

Horas antes da bola rolar o gramado sofria já com a chuva que atingia a capital DOL
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