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Zagueiro do Paysandu projeta reação na C, mas faz alerta

Tendo os próximos dois jogos na Curuzu, Genilson acredita que intensidade da equipe e apoio do torcedor, irão fazer a diferença para o time voltar ao topo da tabela.

sexta-feira, 20/05/2022, 23:50 - Atualizado em 20/05/2022, 23:48 - Autor: Magno Fernandes

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Zagueiro Genilson, do Paysandu acredita na imposição do time
Zagueiro Genilson, do Paysandu acredita na imposição do time | John Wesley/Paysandu

Após ter sido derrotado para o São José-RS por 2 x 0, no estádio Passo d'Areia, em Porto Alegre, o Paysandu perdeu a invencibilidade e ao mesmo tempo a sequência de bons jogos que resultaram na saída do grupo dos oito primeiros colocados, o que garante vagas para a próxima fase da competição. Tendo agora os próximos desafios sendo disputados em Belém, o time busca a reabilitação na disputa.

Ocupando a décima colocação na Série C do Campeonato Brasileiro, o Papão segue em fase de preparação para voltar a campo neste domingo (22), às 19h, no estádio da Curuzu, diante do Volta Redonda-RJ, pela sétima rodada da competição (Vale lembrar que na sequência, também em Belém, o time irá jogar contra o Manaus). Para o zagueiro e capitão da equipe, Genilson, o time precisa manter a imposição contra os adversários e voltar a subir na classificação.

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“Jogando em casa temos que propor mais o jogo. O time acaba mais exposto, mas o foco é levar a vitória. Não adianta falar dos seis pontos se não temos nem os três primeiros. Precisamos guerrear, jogar com a torcida, ganhar os três pontos. Fora isso não temos falar disso agora. Precisamos da vitória fora para que possamos confirmar nossa presença no pelotão de cima, até mesmo na primeira ou segunda posição", disse.

Único entre todos os zagueiros do elenco que esteve em todos os jogos na equipe titular, atuando ao longo dos 90 minutos, Genilson também destacou a regularidade que vem tendo em seus rendimentos em campo. Segundo o defensor, o bom momento atravessado em sua carreira se credencia pela postura tática, implantada pelo técnico Márcio Fernandes.

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“Eu venho trabalhando, fazendo a minha parte, o que o professor pede e houve muita mudança no primeiro semestre. Saíram alguns companheiros de defesa, chegaram outros. O Lucão, o Marcão e o Bruno são jogadores de características diferentes e o professor dá oportunidade para ver quem se encaixa melhor. Eu faço a minha parte e pretendo ajudar até o final”, concluiu.


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