A disputa pela liderança do Grupo C da Copa do Mundo de 2026 chega ao ponto decisivo com Brasil, Marrocos e Escócia ainda vivos na briga direta pela primeira colocação.
Com duas rodadas concluídas, o cenário segue completamente aberto e a posição final da Seleção Brasileira pode alterar não só o adversário da próxima fase, como também todo o caminho até a decisão.
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No momento, Brasil e Marrocos somam quatro pontos, enquanto a Escócia aparece com três e ainda mantém chances matemáticas até de terminar na liderança da chave.
A rodada final coloca frente a frente Brasil e Escócia, em Miami, enquanto Marrocos enfrenta o Haiti em Atlanta, ambos os jogos marcados para a mesma faixa de horário, o que aumenta a tensão na definição do grupo.
O regulamento da Copa do Mundo 2026 prevê que, em caso de empate em pontos, o primeiro critério de desempate é o confronto direto. Como Brasil e Marrocos empataram entre si, a decisão passa para saldo de gols, gols marcados e, se necessário, critérios disciplinares.
A situação mais simples para a Seleção é clara: vitória sobre a Escócia garante o primeiro lugar, desde que Marrocos não vença o Haiti. Caso os marroquinos também triunfem, a definição pode ir para os números do ataque e defesa.
Se houver empate com a Escócia, o Brasil depende diretamente de um tropeço de Marrocos para manter a liderança. Já uma derrota pode derrubar a equipe para a terceira posição, ainda com possibilidade de classificação como um dos melhores terceiros colocados.
A Opta Analytics aponta que o Brasil tem cerca de 62% de chance de terminar em primeiro lugar no grupo, contra 35% de Marrocos e 2% da Escócia, reforçando o favoritismo brasileiro na rodada decisiva.
Enquanto a definição do Grupo C se aproxima, os cruzamentos da fase seguinte começam a ganhar forma. O chaveamento coloca o Grupo C, dos brasileiros contra o Grupo F na etapa de 32 seleções.
Se terminar em primeiro, o Brasil enfrenta o segundo colocado do Grupo F, onde aparecem Japão, Holanda e Suécia como principais candidatos à classificação.
As projeções indicam o Japão como possível adversário mais provável, cenário que reeditária o confronto da Copa de 2006, quando a Seleção venceu por 4 a 1, mundial disputado na Alemanha.
Caso avance em segundo lugar, o caminho muda de forma significativa, levando o Brasil a enfrentar o líder do Grupo F e abrindo uma rota mais pesada no chaveamento.
Há ainda a possibilidade de classificação como terceiro colocado, o que alteraria completamente o cenário e poderia colocar seleções como França, Alemanha ou Espanha no caminho brasileiro já no primeiro mata-mata.
Com a fase de grupos entrando na reta final, a Seleção Brasileira já joga não apenas pela liderança, mas também pelo desenho do próprio caminho no Mundial.
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