Enquanto milhões de brasileiros acompanham cada lance da Seleção Brasileira, um grupo de torcedoras vive a competição de maneira ainda mais intensa. São mulheres que estiveram presentes muito antes da fama, dos contratos milionários e das convocações para defender a camisa amarela. Mães que testemunharam os primeiros chutes na bola, enfrentaram dificuldades ao lado dos filhos e ajudaram a transformar sonhos de infância em carreiras de sucesso.
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Agora, com os atletas brilhando nos gramados internacionais, elas celebram as conquistas de um lugar privilegiado, ou seja nas arquibancadas, nas redes sociais ou na intimidade da família. Algumas se tornaram figuras conhecidas do público, acumulando milhares de seguidores e admiradores. Outras preferem a discrição, mantendo distância dos holofotes mesmo diante da projeção dos filhos.
Entre os nomes mais populares está Nadine Gonçalves, mãe de Neymar, que soma cerca de 1,8 milhão de seguidores nas redes sociais e lidera iniciativas sociais ligadas ao esporte. Já Maria Diva, mãe do atacante Igor Thiago, segue o caminho oposto e mantém uma vida reservada, longe da exposição pública.
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As histórias dessas mulheres revelam muito mais do que a rotina das famílias dos jogadores. Elas mostram trajetórias marcadas por sacrifícios, dedicação e momentos que ajudaram a moldar alguns dos principais nomes do futebol brasileiro.
Fernanda Cristina, mãe de Vinícius Júnior, tornou-se uma personalidade conhecida entre os familiares dos atletas e acompanha de perto a carreira do filho. Lindaura Gomes, mãe de Léo Pereira, costuma compartilhar o orgulho pelas conquistas do jogador e celebrou emocionada sua convocação para a Seleção.
Há também histórias de superação que marcaram a infância dos atletas. Bruno Guimarães, por exemplo, enfrentou uma pneumonia ainda criança e chegou a praticar natação para fortalecer a saúde. Apesar disso, a paixão pelo futebol prevaleceu. Já Bremer ajudava a mãe, dona Cosmélia, em tarefas do dia a dia em Itapitanga, na Bahia, vendendo geladinhos e transportando compras para complementar a renda familiar.
Outras mães tiveram papel decisivo na formação dos filhos dentro e fora dos gramados. Elizabete, mãe de Gabriel Martinelli, chegou a se mudar para a Inglaterra para auxiliar o atacante na adaptação ao futebol europeu. Maria de Fátima, mãe de Alex Sandro, conciliou anos de trabalho como empregada doméstica e faxineira até se formar em enfermagem, sempre incentivando o desenvolvimento do filho.
Entre as histórias mais emocionantes está a de Weverton. O goleiro perdeu a mãe, Josefa Pereira, em 2020. Antes disso, ela viveu momentos marcantes ao acompanhar a trajetória do filho e chegou a prever a conquista da medalha de ouro olímpica pela Seleção Brasileira em 2016.
Nas redes sociais, algumas mães compartilham viagens, bastidores e momentos especiais ao lado dos atletas. É o caso de Cíntia Ramos, mãe de Endrick; Vanessa Simplício, mãe de Rayan; Luziana Cunha, mãe de Matheus Cunha; e Cris Tollentino, mãe de Lucas Paquetá, que transformou a experiência familiar em trabalho e hoje orienta pais de jovens atletas.
Essas mulheres carregam histórias que ajudam a explicar a trajetória de cada jogador. São personagens fundamentais de uma jornada que começou muito antes dos estádios lotados e que continua sendo escrita a cada partida da Seleção Brasileira.
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