Uma decisão assinada em 29 de abril garantiu à atriz Alanis Guillen medida protetiva contra a ex-namorada, Giovanna Reis. O processo tramita em segredo de Justiça.
O pedido foi feito com base na Lei Maria da Penha, após o término do relacionamento, ocorrido em março. Na ação, Alanis relata "condutas indevidas", incluindo perseguição, ameaças de exposição da vida privada e invasão de domicílio.
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O despacho aponta que há elementos compatíveis com violência psicológica. O documento afirma: "No caso concreto, a narrativa apresentada, amparada pelos documentos e mensagens mencionados no requerimento, revela, em juízo de cognição sumária próprio desta fase, quadro compatível com violência psicológica, perseguição e constrangimento indevido".
Segundo os autos, mensagens, registros e testemunhas foram anexados ao processo. A defesa da atriz solicitou que Giovanna não mantenha contato por qualquer meio, seja telefone, redes sociais, aplicativos, e-mail ou terceiros, nem fale publicamente sobre a vida privada da artista.
A decisão também determina distância mínima de 300 metros entre as duas. O relacionamento havia começado em 2022 e permaneceu discreto até 2025. O término ocorreu dias após repercussão de antigas publicações atribuídas a Giovanna com conteúdo racista, xenofóbico, transfóbico e gordofóbico, classificadas por Alanis como "inaceitável".
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