Procedimentos estéticos, cada vez mais populares nas redes sociais, costumam ser associados a resultados rápidos e transformações positivas. No entanto, nem sempre a realidade acompanha as expectativas exibidas online. Nos últimos dias, um caso envolvendo a influenciadora Mariana Tavares reacendeu o debate sobre os riscos e responsabilidades nesse tipo de intervenção.
Com milhões de seguidores, Mariana decidiu tornar público o que descreve como uma experiência traumática após passar por cirurgias em uma clínica especializada. Segundo ela, o processo, que se estendeu por cerca de três anos, resultou em consequências físicas e emocionais severas.
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A influenciadora relata que se submeteu inicialmente a uma lipoaspiração poucos meses após o nascimento do filho. De acordo com seu relato, o resultado ficou distante do esperado, levando a novas intervenções com a promessa de correção, que, segundo ela, acabaram agravando o quadro.
Em publicações nas redes sociais, Mariana exibiu imagens das marcas deixadas no corpo, incluindo cicatrizes, manchas e sinais de complicações. Ela afirma ter desenvolvido problemas como necrose em algumas áreas, além de impactos psicológicos decorrentes da experiência.
Outro ponto levantado pela influenciadora é a suposta pressão para que não tornasse o caso público. Segundo ela, durante o período de tratamento, teria sido desencorajada a buscar medidas legais ou expor a situação, o que a manteve em silêncio por anos.
Veja a publicação:
O caso envolve a clínica JK Estética Avançada, que também já atendeu outras personalidades, como Camila Loures. Procurada, a empresa apresentou uma versão diferente dos fatos. Em nota, a defesa da clínica afirma que a paciente recebeu acompanhamento contínuo e que todas as medidas necessárias foram adotadas no pós-operatório, incluindo cirurgias reparadoras sem custos adicionais.
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O posicionamento também destaca que complicações como necrose são descritas na literatura médica e podem ocorrer independentemente da conduta profissional, já que cada organismo reage de forma distinta. A empresa acrescentou ainda que mantém protocolos rigorosos de avaliação técnica e informou que, após análise interna do caso, o médico responsável pelos procedimentos não faz mais parte da equipe.
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