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CONDENADO POR ESTUPRO

Artistas locais deixam de seguir Bruno e Trio nas redes sociais

Após sentença por estupro de vulnerável, Bruno Mafra perde apoio de artistas e vê carreira desmoronar nas redes

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Imagem ilustrativa da notícia Artistas locais deixam de seguir Bruno e Trio nas redes sociais camera Cantor paraense Bruno Mafra enfrenta isolamento no meio artístico após condenação judicial que abalou sua carreira. | Divulgação

O que até pouco tempo parecia ser uma retomada de carreira começa agora a se transformar em um dos episódios mais impactantes da música paraense recente.

Conhecido por liderar o grupo Bruno e Trio, o cantor Bruno Mafra foi condenado a mais de 30 anos de prisão pelo crime de estupro de vulnerável contra as próprias filhas, que tinham entre 5 e 6 anos à época dos fatos. A decisão foi proferida pela Justiça do Pará em primeira instância e ainda cabe recurso.

Reação imediata e isolamento nas redes

Desde que o caso veio à tona, artistas da cena local passaram a se distanciar publicamente. Nomes que já tiveram algum tipo de parceria ou convivência com o cantor deixaram de segui-lo nas redes sociais.

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Entre eles estão Manu Bahtidão, além de artistas como Rebeca Lindsay, Marth, Rainy, Viviane Batidão e Joelma.

Artistas locais deixam de seguir Bruno e Trio nas redes sociais
📷 |Divulgação

O movimento foi acompanhado por uma queda no número de seguidores e pelo enfraquecimento da presença digital do artista, indicando um rápido desgaste de imagem.

De ascensão musical à condenação

Natural de Belém, Bruno Mafra ganhou projeção a partir dos anos 2000 com o crescimento do tecnomelody. Apaixonado por música desde cedo, ele se formou em Psicologia em 2005 e, pouco depois, passou a se dedicar integralmente à carreira artística.

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Com o grupo Bruno e Trio, alcançou notoriedade com sucessos como “24 horas” e realizou shows em diversos estados brasileiros, além de apresentações internacionais em países como Suriname, Guiana Francesa, Venezuela e Portugal.

Nos últimos anos, o cantor ensaiava uma retomada de visibilidade. Em 2024, lançou o single “Dó-Ré-Mi” em parceria com Manu Bahtidão. Já em dezembro de 2025, participou de um especial de Natal no Theatro da Paz, ao lado de artistas locais e nacionais.

Caso ainda pode ter desdobramentos

De acordo com a decisão judicial, os crimes teriam ocorrido entre 2007 e 2011. A condenação em primeira instância ainda permite recurso por parte da defesa.

Enquanto isso, o impacto já é visível fora dos tribunais. A repercussão negativa, a perda de apoio entre colegas de profissão e o afastamento do público indicam uma ruptura profunda na trajetória do cantor paraense.

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