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Coluna do Gerson Nogueira

Josué Teixeira: um destaque inesperado

O técnico do estreante Caeté vem roubando a festa na primeira fase do campeonato paraense 2022

domingo, 27/02/2022, 08:13 - Atualizado em 27/02/2022, 08:13 - Autor: Gerson Nogueira/ Diário do Pará

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Com Josué Teixeira no comando, depois de uma estreia desastrosa, sofrendo uma goleada de 4 a 1 para o Itupiranga, o Caeté partiu para uma jornada empolgando, conquistando quatro vitórias e chegando à rodada final com 13 pontos e na liderança do concorridíssimo Grupo C do Campeonato Paraense
Com Josué Teixeira no comando, depois de uma estreia desastrosa, sofrendo uma goleada de 4 a 1 para o Itupiranga, o Caeté partiu para uma jornada empolgando, conquistando quatro vitórias e chegando à rodada final com 13 pontos e na liderança do concorridíssimo Grupo C do Campeonato Paraense | Arquivo DOL

O campeonato começou com dois técnicos em primeiríssimo plano. Ambos favoritos ao título e aos aplausos gerais. Márcio Fernandes e Paulo Bonamigo, experientes, com rodagem nacional e currículos medalhados, eram a priori imbatíveis em relação aos treinadores dos demais 10 clubes participantes do Parazão.

Ledo engano. No meio do caminho, surgiu um azarão inesperado. Josué Teixeira (foto), do estreante Caeté, roubou a festa nesta primeira fase da competição, independentemente do que tenha ocorrido no sábado, 26 – a coluna fecha, por razões industriais, na sexta-feira à noite.

Depois de uma estreia desastrosa, sofrendo uma goleada de 4 a 1 para o Itupiranga, o Caeté partiu para uma jornada empolgando, conquistando quatro vitórias e chegando à rodada final com 13 pontos e na liderança do concorridíssimo Grupo C, à frente do Remo, de Paulo Bonamigo, um dos cotados ao título.

Um dos pontos altos do time é o centroavante Joel, artilheiro do campeonato até a 7ª rodada, com quatro gols. O esquema é simples, objetivo e surpreendentemente eficiente. O ataque marcou oito vezes e a zaga deixou passar o mesmo número de gols – muito em função da má atuação na primeira rodada.

Josué Amaral Teixeira, 61 anos, tem larga experiência em clubes das Séries B e C, com presença constante na direção de clubes do futebol carioca. Foi campeão brasileiro com o Macaé, esteve no Remo por seis meses e treinou o América antes de ser convidado pelo Macaé.

O plano de voo do Caeté é chegar o mais longe possível no campeonato e tentar garantir vaga em competições nacionais – Brasileiro da Série D e Copa do Brasil. A conquista do título não é exatamente uma prioridade.

Por ora, é legítimo dizer que Josué e seu Caeté são as sensações do Estadual. Chegou à rodada final com a mesma pontuação do Remo de Bonamigo e quatro pontos atrás do PSC de Márcio Fernandes, mas não há termo de comparação entre os investimentos da dupla Re-Pa e os parcos recursos do representante.bragantino.


* GERSON NOGUEIRA É RADIALISTA DA RÁDIO CLUBE DO PARÁ E COLUNISTA DO JORNAL O DIÁRIO DO PARÁ

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