Quem estava no Mangueirão, na noite deste sábado (25), não era apenas o adulto de 30, 40 ou 50 anos. Era a criança e o adolescente que cresceram ouvindo Guns N’ Roses, que sonharam por décadas com aquele momento e que, enfim, puderam viver isso de perto.
A espera começou cedo, para alguns, ainda de madrugada. Mas, para muitos fãs que lotaram o Estádio Olímpico do Pará, cada minuto valeu a pena. Entre camisetas pretas, bandanas e histórias que atravessam gerações, o que se via era mais do que expectativa, era a realização de sonhos.
“Hoje quem tá aqui é a menina de 12 anos que conheceu o Guns naquela época”, contou a fã Elaine Lima, que chegou por volta das 15h30 acompanhada da filha de 20 anos. “É o primeiro show de rock dela, então tá sendo muito especial. É um sonho realizado pra mim.”

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O sentimento se repetia na fila. Vindos de diferentes partes do Pará e até de outros estados, os fãs transformaram o entorno do estádio em um verdadeiro ponto de encontro de gerações.
Foi o caso de Cardoso, que saiu de Parauapebas para viver a experiência. “Cheguei ontem à noite, dei uma volta pelo Ver-o-Peso, Mangal das Garças e vim direto pro show. A expectativa tá alta, ainda mais sendo um dos últimos da turnê. A gente escuta desde sempre, né?”, disse ele, que veio acompanhado da esposa e amigos.

E a expectativa se confirmou. Com ingressos esgotados, o show do Guns N’ Roses lotou completamente o Mangueirão, arquibancadas, gramado e camarotes tomados por um público diverso, formado por famílias, jovens, adultos e até crianças.

EXPECTATIVA DO PÚBLICO ANTES DO SHOW
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A noite começou com a apresentação da banda brasileira Raimundos, que subiu ao palco às 18h40. Já o Guns N’ Roses entrou às 20h47, entregando mais de três horas de espetáculo.
Formada em 1985, em Los Angeles, a banda é responsável por alguns dos maiores clássicos do rock, como Sweet Child O’ Mine, Welcome to the Jungle e Paradise City. Liderado por Axl Rose, ao lado de Slash e Duff McKagan, o grupo segue mobilizando multidões ao redor do mundo.
Belém foi a última parada da turnê “Because what you want and what you get are two completely different things” no Brasil e a única na região amazônica.
E se antes do show a ansiedade dominava, depois da apresentação o sentimento era de emoção e satisfação.
“O show foi incrível, superou muito minhas expectativas”, afirmou Ingrid Torres, de 31 anos. “Falaram na internet sobre a voz do Axl, mas pra mim ele tá impecável. Foi tudo perfeito.”

A emoção também marcou a experiência de Érica Pantoja. “Foi maravilhoso, como esperado. A gente esperou muito tempo por isso, né? É um sonho de adolescente realizado.”
Para Elane Cristine, o momento teve um significado ainda mais especial. “Eu nunca tinha vindo ao Mangueirão, nunca tinha assistido nenhum show aqui. E o deles foi o primeiro. Foi extraordinário, superou todas as expectativas. Valeu a pena cada segundo.”

Diante de tanto sucesso, Belém segue mostrando que tem público, tem engajamento e tem demanda para grandes eventos internacionais.
Com ingressos esgotados, fãs vindos de diversas regiões e uma resposta intensa do público, a capital paraense reforça seu potencial para entrar definitivamente na rota das grandes turnês mundiais.
A própria banda já antecipava isso. Antes do show, publicou nas redes sociais: “Essa noite é de vocês. Nossa última parada no Brasil e a primeira vez tocando por aqui… E já sabemos que vai ser lendário!”.
E foi.
Veja o vídeo:
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