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CEO afirma que IA tem 0% de chance de fim do mundo até 2030

Jensen Huang rejeita temores de apocalipse tecnológico, defende aceleração no setor e condiciona lançamentos à garantia de segurança total

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Imagem ilustrativa da notícia CEO afirma que IA tem 0% de chance de fim do mundo até 2030 camera Jensen Huang, CEO e fundador da Nvidia, ele descartou riscos existenciais da inteligência artificial até 2030. | Imagem gerada por IA/Gemini

O executivo-chefe e fundador da Nvidia, Jensen Huang, afastou de forma categórica as visões catastrofistas que apontam um possível colapso da humanidade provocado pela inteligência artificial nos próximos anos.

Em entrevista concedida ao canal norte-americano CBS News, o líder da gigante dos semicondutores declarou que existe "0% de chance de a inteligência artificial acabar com o mundo até 2030", rebatendo diretamente as projeções pessimistas de especialistas e executivos rivais que temem um cenário de risco existencial em curto prazo.

A declaração de Huang surge em um momento de intenso debate na indústria de tecnologia sobre o ritmo de avanço da inteligência artificial generativa. Enquanto lideranças como Dario Amodei, CEO da Anthropic, defendem publicamente uma desaceleração controlada na evolução dos modelos para mitigar riscos cibernéticos e falhas de alinhamento, Jensen Huang posiciona-se em sentido oposto.

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Para o CEO da Nvidia, o setor deve avançar o mais rápido possível no aperfeiçoamento das ferramentas, garantindo a prosperidade econômica e a liderança tecnológica, desde que rigorosos critérios de segurança sejam respeitados antes que qualquer sistema seja colocado no mercado.

Apesar da postura entusiasmada quanto ao ritmo das inovações, Huang ressaltou que velocidade não pode ser confundida com imprudência. O executivo reforçou que produtos inseguros ou incompletos jamais devem ser lançados comercialmente.

Essa discussão ganha força após episódios recentes em que sistemas autônomos apresentaram comportamentos inesperados em testes operacionais, levantando questionamentos sobre a necessidade de novas regulamentações estatais. Huang mantém sua posição contrária a barreiras burocráticas excessivas, alinhando-se a visões como a de Mark Zuckerberg, CEO da Meta, que defende que a própria concorrência de mercado e os mecanismos de responsabilidade civil atuam como salvaguardas eficazes contra abusos.

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