Após dois anos de investigação, a Polícia Civil pode estar próxima de esclarecer o homicídio que vitimou o professor da rede estadual de ensino Benjamim Soares de Farias Barroso, em Tucumã, no sul do Pará.
A Polícia Civil do Estado do Pará, por meio da Delegacia de Polícia Civil de Tucumã, cumpriu na terça-feira (18) um mandado de prisão temporária contra José E. J. Junior, investigado por possível participação no homicídio qualificado.
A prisão é resultado de uma investigação conduzida pela Delegacia de Polícia Civil da cidade de Tucumã.
As investigações que acontecem sob a coordenação do delegado Elioenai Silva, tem como objetivo esclarecer as circunstâncias e a autoria do crime.
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Benjamim Soares de Farias Barroso era professor da rede estadual de ensino e atuava nos municípios de Tucumã e Ourilândia do Norte. Ele foi encontrado morto dentro de sua residência, no setor Palmeira I, em Tucumã, no dia 2 de agosto de 2024.
De acordo com as informações levantadas durante a investigação, o corpo estava em avançado estado de decomposição. A perícia estimou que o professor poderia estar morto havia aproximadamente sete dias quando foi localizado.
Um dos elementos que chamou a atenção dos investigadores durante o andamento do caso foi a localização de um aparelho celular que pertencia à vítima. O telefone teria sido encontrado em poder do suspeito preso na terça-feira (18).
Após o cumprimento do mandado, José E. J. Junior foi conduzido à Delegacia de Polícia Civil de Tucumã e, posteriormente, apresentado à Justiça para audiência de custódia, realizada nesta quarta-feira (19).

A prisão é temporária e integra as medidas cautelares adotadas pela Polícia Civil para aprofundar a investigação. A corporação busca esclarecer a dinâmica do homicídio, identificar a motivação e verificar se outras pessoas tiveram participação no crime.
O caso continua sendo investigado pela Polícia Civil. Com a prisão do suspeito e a análise dos elementos reunidos ao longo da investigação, as autoridades esperam avançar na elucidação do assassinato do professor Benjamim Soares de Farias Barroso.
Até o momento, a prisão não significa que o investigado tenha sido condenado. A eventual responsabilidade criminal deverá ser definida pela Justiça após o devido processo legal. (Dinho Santos/ colaboração de Jucelino Show)
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