A passagem devastadora de um tufão mobilizou equipes de emergência e espalhou pânico entre moradores devido a um desdobramento incomum. Após as severas inundações que resultaram na morte de 39 pessoas, cerca de 900 cobras — muitas delas de espécies altamente venenosas — escaparam de fazendas de criação de répteis da região que foram severamente atingidas pelas cheias.
Ataques reportados e mobilização de emergência
A gravidade da situação se intensificou após a confirmação do falecimento de uma mulher, vítima de uma picada de cobra — com suspeitas de se tratar de uma naja — que havia fugido de um dos criadouros inundados. Segundo os relatórios oficiais veiculados pela mídia estatal local, diversas outras pessoas já deram entrada em unidades de saúde após também terem sido mordidas pelos répteis que se espalharam pelas zonas afetadas.
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Após uma avaliação inicial que minimizou a extensão do problema, o governo local mudou o protocolo e emitiu um alerta urgente para que a população evite o contato com as águas das cheias e mantenha distância total dos animais rastejantes. Equipes de herpetólogos e capturadores especializados foram distribuídas pelas áreas críticas para tentar localizar e recolher os espécimes.
Estrutura hospitalar e reforço de insumos
Para mitigar o risco de novas fatalidades, as autoridades de saúde determinaram o envio emergencial e o reforço imediato de estoques de soro antiofídico para todos os postos de atendimento e hospitais da região. As alas de pronto-socorro foram reestruturadas para priorizar e acelerar o atendimento de pacientes que apresentem sintomas de envenenamento por picadas.
Os trabalhos de contenção dos animais avançam em paralelo com as ações de drenagem e desobstrução das vias públicas. Peritos ambientais e oficiais de segurança pública continuam monitorando o perímetro das fazendas danificadas para avaliar a segurança das estruturas e evitar novos escapes enquanto o nível da água não recua totalmente.
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