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SAÚDE E BEM-ESTAR

Nutrição e tireoide: o que a ciência diz sobre os mitos alimentares

Especialistas desmistificam o papel de alimentos como soja e glúten no metabolismo e reforçam a importância de nutrientes como selênio e zinco.

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Imagem ilustrativa da notícia Nutrição e tireoide: o que a ciência diz sobre os mitos alimentares camera Especialistas desmistificam o papel de alimentos como soja e glúten no metabolismo | Reprodução

A relação entre alimentação e o funcionamento da tireoide é um dos temas que mais gera dúvidas e desinformação nos consultórios médicos. Para esclarecer o que é fato e o que é mito, especialistas explicam que a saúde dessa glândula, considerada o "maestro" do metabolismo, depende de um equilíbrio nutricional global e não apenas de itens isolados.

O Papel dos Nutrientes

A tireoide regula desde a temperatura corporal até a queima de calorias. Para produzir os hormônios de forma eficiente, o corpo necessita de matérias-primas específicas:

• Selênio e Zinco: Encontrados na castanha-do-pará, frutos do mar e sementes, são essenciais para converter o hormônio inativo (T4) na forma ativa (T3), que o organismo realmente utiliza.

• Vegetais Crucíferos: Alimentos como brócolis e couve, frequentemente rotulados como vilões, só oferecem risco se consumidos crus em excesso. Quando cozidos, tornam-se aliados na detoxificação do fígado.

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Mitos Sob a Lupa: Soja e Glúten

Um dos maiores tabus envolve o consumo de soja. Segundo o médico Wandyk Allison, pós-graduado em endocrinologia, o maior problema da soja não é hormonal, mas logístico. "O impacto mais relevante é a redução da absorção do medicamento para tireoide", explica. A recomendação é evitar derivados de soja por pelo menos três a quatro horas após a ingestão da levotiroxina.

Quanto ao glúten, o alerta é direcionado principalmente a pacientes com a Doença de Hashimoto (condição autoimune). Nestes casos, a retirada da proteína pode ajudar a reduzir a inflamação intestinal e melhorar a resposta imunológica.

Manejo da Doença

Embora a dieta não substitua a medicação, ela é fundamental para tratar as consequências dos distúrbios hormonais. No caso do hipotireoidismo, o ajuste alimentar foca no combate à obesidade e fadiga. Já no hipertireoidismo, a orientação é controlar o consumo de iodo para evitar a sobrecarga da glândula.

Especialistas reforçam que, ao equilibrar o status nutricional e reduzir a inflamação do organismo, o paciente experimenta benefícios que vão além dos exames laboratoriais, como maior clareza mental e facilidade na manutenção do peso ideal.

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