A busca pelo peso ideal é frequentemente cercada de informações desencontradas e promessas milagrosas. No entanto, o emagrecimento saudável exige ciência e equilíbrio. Um dos fatores mais negligenciados, por exemplo, é a qualidade do descanso. Mas será que a privação de sono realmente interfere na balança?
O impacto do sono e do estresse
Verdade. Dormir mal engorda. A privação de sono eleva os níveis de cortisol, o hormônio do estresse, que favorece o acúmulo de gordura abdominal. Além disso, noites mal dormidas desregulam os hormônios da fome e da saciedade, fazendo com que o corpo sinta mais necessidade de calorias e gaste menos energia durante o dia.
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Mitos comuns da dieta
Para quem deseja perder peso de forma sustentável, é preciso desmistificar conceitos populares:
• "Fechar a boca" resolve: Mito. O processo é complexo e envolve fatores genéticos e biológicos. O que funciona para um organismo pode não funcionar para outro.
• Alimentos integrais são menos calóricos: Mito. Eles são mais nutritivos e ricos em fibras, o que gera saciedade, mas o valor calórico costuma ser bem próximo ao das versões refinadas.
• Produtos light são indispensáveis: Mito. Embora tenham menos calorias, podem conter excesso de sódio e aditivos. O emagrecimento depende do balanço calórico total do dia.
O papel da hidratação e suplementação
A ingestão de água é uma grande aliada (verdade). Ela auxilia no metabolismo, na digestão e no controle da saciedade. Por outro lado, o uso de suplementos não é obrigatório (mito). Eles devem ser vistos como complementos e utilizados apenas sob orientação profissional, já que a base da perda de peso deve ser a alimentação e o exercício.
Alerta contra restrições severas
Parar de comer não é a solução. Dietas extremas podem causar perda de massa muscular, deficiências nutricionais e o temido "efeito sanfona". O acompanhamento médico e nutricional é o caminho mais seguro para evitar danos à saúde e garantir resultados duradouros.
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